ENTRE O SILÊNCIO E A SUBVERSÃO: A VOZ MARGINAL EM A GENTE ERA OBRIGADO A SER FELIZ (2019), DE EDUARDO MAHON / BETWEEN SILENCE AND SUBVERSION: THE MARGINAL VOICE IN WE WERE FORCED TO BE HAPPY (2019), BY EDUARDO MAHON
DOI:
https://doi.org/10.30681/athena.v33i02.15599Palavras-chave:
Exclusão social, Narrador, Polifonia, ResistênciaResumo
A gente era obrigado a ser feliz, romance de Eduardo Mahon publicado em 2019, apresenta um narrador negro e marginalizado, cuja voz expõe as contradições entre subjetividade e poder, durante a ditadura militar brasileira. Ao narrar em primeira pessoa, Aurélio do Espírito Santo revela tensões entre exclusão, identidade e resistência, transformando sua fala em espaço de crítica social. A polifonia e a perspectiva marginal permitem desconstruir a narrativa hegemônica e reafirmar a literatura como instrumento ético e político de visibilidade das vozes silenciadas.
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