MEMÓRIA E MEIO AMBIENTE EM NÃO VERÁS PAÍS NENHUM, DE IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO

Autores

  • Winnie Wouters Fernandes Monteiro UNEMAT

DOI:

https://doi.org/10.30681/moinhos.vi16.15867

Palavras-chave:

Distopia, Ignácio de Loyola Brandão, Não verás país nenhum

Resumo

O século XX, com seus embates globais e totalitarismos, fomentou a distopia como subgênero romanesco, em que a conjuntura política e ecológica surgem impulsionando conflitos existenciais. Nesse panorama, Ignácio de Loyola Brandão escreve Não verás país nenhum, obra na qual um Brasil assolado pela poluição, escassez e ditadura é observado por um ex-professor de história que tenta encontrar o sentido de sua vida a partir de lembranças entrecortadas. Diante disso, este estudo buscou compreender a interrelação entre a memória e o meio ambiente no horizonte narrativo. Para tal, realizou-se uma investigação de natureza básica e qualitativa, de tipo documental e bibliográfica, fundamentada na Teoria Crítica, sob a perspectiva da Escola de Frankfurt. As análises revelaram que, privado da memória coletiva, o indivíduo tem sua ligação com o meio ambiente rompida e recordações destituídas de significado, facilitando a aceitação do controle autoritário e da deterioração do seu entorno. 

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Biografia do Autor

  • Winnie Wouters Fernandes Monteiro, UNEMAT

    Mestra e doutora em Letras pela UNESP-SJRP e graduada em Letras Vernáculas e Clássicas pela UEL, atualmente leciona na UNEMAT – Alta Floresta, União das Faculdades de Alta Floresta e é professora bolsista na DEAD-UNEMAT. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6092676169890474 

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Publicado

2026-10-09

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Monteiro, W. (2026). MEMÓRIA E MEIO AMBIENTE EM NÃO VERÁS PAÍS NENHUM, DE IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO. Revista Moinhos, 16, 80-91. https://doi.org/10.30681/moinhos.vi16.15867

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