“DE OUTROS ESPAÇOS”, O ESPAÇO URBANO, A MULHER (NÃO) DEVORADA EM BEBEL QUE A CIDADE COMEU, DE IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO / D’AUTRES ESPACES, L’ESPACE URBAIN, LA FEMME (NON) DÉVORÉE BEBEL QUE A CIDADE COMEU, DE IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO
DOI:
https://doi.org/10.30681/athena.v34i03.15843Palavras-chave:
Heterotopia, Hermenêutica, Rua, Ignácio de Loyola BrandãoResumo
O presente artigo analisa o romance Bebel que a Cidade Comeu (1986), de Ignácio de Loyola Brandão (1936-atual). Averiguamos o espaço urbano da cidade de São Paulo e as suas transformações, e o entrelaçamento com as experiências da personagem Bebel, diante das transformações dessa cidade em constante mudança. Articulamos assim, o caráter interdisciplinar entre a literatura e a filosofia, especialmente, numa abordagem hermenêutica filosófica ricoeuriana, em que o espaço urbano da cidade de São Paulo possibilita a rua como um espaço outro. Sendo assim, “outros espaços”, definidos como heterotopias, vislumbram o movimento de espaços das oposições da dicotomia: Espaço social x Espaço útil, o écran bidimensional em que a vida se articula e a cidade se materializa nos perceptos de cidade em movimento.
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Referências
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