FAHRENHEIT 451: O ESVAZIAMENTO DA PALAVRA

Autores

  • Marinês Andrea Kunz (PUCRS)
  • Daniel Conte (UFRGS)

Resumo

Este trabalho analisa a narrativa literária Fahrenheit 451, de Ray Bradbury, e sua versão fílmica, dirigida por François Truffaut, no que tange à transposição do literário ao fílmico, primeiramente. Também analisa os textos quanto ao conteúdo e ao discurso, no sentido de estudar os significados veiculados. Ambos os textos apresentam uma sociedade em que a palavra não tem lugar, em especial a escrita, já que é proibida a leitura de livros de literatura, os quais são confiscados e queimados. Reflete-se, assim, sobre o silenciamento e sobre a palavra esvaziada de sentido, pois a ficção não mais exerce seu papel redentor na vida do ser humano. Assim, cada texto questiona o esfacelamento das relações humanas em tal sociedade, em que a alteridade fica compro

Referências

BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec,

BAUMAN, Zygmunt. Ser Consumidor numa sociedade de consumo. In:

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Zahar Editor, 1998.

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HALL, S. Identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro:

DP&A, 2001.

TRUFFAUT, François. Fahrenheit 451. Technicollor, 1966.

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Publicado

07/07/2015

Como Citar

Kunz, M. A., & Conte, D. (2015). FAHRENHEIT 451: O ESVAZIAMENTO DA PALAVRA. Revista ECOS, 15(2). Recuperado de https://periodicos.unemat.br/index.php/ecos/article/view/634