DO FETICHISMO DA MERCADORIA À HIBRIDAÇÃO DA CULTURA

Autores

  • Daniele Ribeiro Fortuna Jornalista (UFRJ), Mestre em Literatura Brasileira (UERJ), Doutora em Literatura Comparada (UERJ). Atualmente desenvolve pesquisa de Pós-Doutorado no programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da UERJ. Professora do programa de PósGraduação em Letras e Ciências Humanas da Universidade Unigranrio.

Resumo

Este artigo trata o tema da hibridação da cultura e da literatura. Analisa o fetichismo da mercadoria na sociedade do espetáculo e sua relação com a cultura. Aborda ainda a questão da hegemonia e da contra-hegemonia no cenário cultural atual. Por fim, apresenta uma literatura ‘híbrida’ que tem nos livros do jornalista Zuenir Ventura um de seus exemplos. Como escopo teórico, dialoga com autores como Marx (1983), Canclini (1998), Jull (1979) e Debord (1997).

Referências

CANCLINI, Néstor García. Culturas híbridas. São Paulo: Edusp, 1998.

DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto,

FEATHERSTONE, Mike. Cultura de Consumo e Pós-Modernismo. São

Paulo: Studio Nobel, 1995.

JAPPE, Anselm. Guy Debord. Petrópolis: Vozes, 1999.

JULL, James. As idéias de Gramsci. Mestres da Modernidade. São Paulo:

Cultrix, 1979.

MARX, Karl. O capital: crítica da economia política. São Paulo: Abril

Cultural, 1983.

NETO, José Paulo; FERNANDES, Florestan (org.). Lukácks; Sociologia.

São Paulo: Crítica, 1992.

SANTOS, Jair Ferreira dos et al. Barth, Pynchon e outras absurdetes: o

pós-modernismo na ficção americana in “Pós-Modernidade”. Campinas:

Editora da Unicamp, 1988.

VENTURA, Zuenir. Mal secreto. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998.

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Publicado

08/07/2015

Como Citar

Fortuna, D. R. (2015). DO FETICHISMO DA MERCADORIA À HIBRIDAÇÃO DA CULTURA. Revista ECOS, 14(1). Recuperado de https://periodicos.unemat.br/index.php/ecos/article/view/648