A morte como elemento estruturador e subjetivo em Memórias Póstumas de Brás Cubas

Autores

  • Vagner Vainer Teixeira Braz

Resumo

Machado de Assis, em suas obras, assinala a maneira significante e inovadora da construção literária brasileira. O romance Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), assim como o romance Dom Casmurro (1899), é uma obra que marca o início do Realismo no Brasil. O Realismo como estilo literário tende a imaginar o real além da existência (vida), mas apenas fazer uma representação leal do que se observa na sociedade de forma inovadora. Assim sendo, o objetivo de nossa pesquisa é compreender o sentido da morte em Memórias Póstumas de Brás Cubas, porque ela é simplesmente desconhecida, mas é nesse momento que a Literatura entra em cena para que possamos compreender/refletir/questionar acerca do tema proposto: a morte. Contudo, é da morte que Brás Cubas recebe o título de escritor/autor e, por causa dela exerce a autoridade para contar e criticar suas próprias memórias. Buscamos nesse estudo trabalhar com leituras de textos voltados para vestígios teóricos, a respeito do que seria morte na obra literária, em que só é possível abarcar esse pensamento a partir do sujeito/Homem. Deste modo, os dados são coletados por meio de pesquisa bibliográfica, a partir dos quais são buscados os repertórios teóricos, como Benjamin (1994), Blanchot (1987), Candido (2002).

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Como Citar

Braz, V. V. T. (2016). A morte como elemento estruturador e subjetivo em Memórias Póstumas de Brás Cubas. Revista Fronteira Digital, (5). Recuperado de https://periodicos.unemat.br/index.php/fronteiradigital/article/view/1546

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Artigos