AS INTERSECÇÕES ENTRE FAUSTO E FRANKENSTEIN
UMA ANÁLISE TEÓRICA E FILOSÓFICA
DOI:
https://doi.org/10.30681/real.v18i01.11929Palavras-chave:
Fausto, Frankenstein, Questão fáustica, MorteResumo
Este artigo tem por objetivo analisar a questão fáustica presente nas obras Fausto (1808), escrita por Johann Wolfgang von Goethe e Frankenstein (1818), escrito por Mary Shelley. Para esse fim, buscou-se perceber como a questão fáustica se manifesta em ambas as obras, buscou-se também uma breve apresentação sobre a obra Frankenstein, e por fim buscou-se perceber como a temática morte se faz presente nas duas obras, realizou-se uma análise teórica e também filosófica das temáticas propostas.
Downloads
Referências
ALEXIUS, Lourdes Vivian; ALVES Lourdes Kaminski; FORTES Rita das Graças Félix. Um olhar sobre a Morte na Literatura Moderna e pós -Moderna: na Literatura Moderna e Pós -Moderna. Revista Tecnologia e Humanismo, Curitiba, Paraná, v. 22, n. 34, p. 1 de 7,2008.
BRITO Márcia Xavier. Introdução. In:SHELLEY, Mary. Frankenstein. Tradução Márcia Xavier de Brito. Rio de Janeiro: DarkSide Books, 2017. 304 p. Tradução de: Frankenstein.
CANDIDO, Antonio. A personagem do Romance. In: _______ - A personagem de ficção. 13. ed. São Paulo: Perspectiva, 2014. (Coleção Debates, n.1)
CALIXTO, Luiz Henrique de Oliveira. melancolia e solidão em Frankenstein, ou o prometeu moderno: ou o prometeu moderno. Orientador: Profa. A Dra. Luciane Alves Santos. 2021. 45 p. Monografia (Graduação em Letras) - Graduação em Letras, Paraíba, 2021.
DOS SANTOS, Marli Cardoso. O Mito de Fausto em Balzac. Revista de Letras Norte@ mentos, 2013.
FERNÁNDEZ, Natalia González de laLlana. El pecado de Frankenstein. Álabe Revista De Investigación Sobre Lectura Y Escritura, (7). 2013
GOETHE, Johann Wolfgang von. Fausto: uma tragédia. Tradução Jenny Klabin Segall. 7ª ed. São Paulo: Editora 34, 2020. 552 p. Tradução de: Faust: eineTragödie. Disponível em: Acesso em: 3 jan. 2023.
GOMES, A. S. A ciência monstruosa em ’Frankenstein’: aspectos do pós-humano. Gragoatá, v. 23, n. 47, p. 848-872, 29 dez. 2018. Disponível em: https://periodicos.uff.br/gragoata/article/view/33606#:~:text=Considerando%20as%20caracter%C3%ADsticas%20f%C3%ADsicas%20e,conceito%20de%20p%C3%B3s%2Dhumanidade%20na. Acesso em: 01 fev. 2023.
GRODDECK, Georg. Escritos psicanalíticos sobre Literatura e Arte. Tradução Natan Norbert Zins e Geraldo Gerson de Souza. São Paulo: Editora Perspectiva, f. 140, 2001. 279 p. Tradução de: PsychoanalytischeSchriftenzurLiteraturundKunst.
GUIMARÃES, Paula Alexandra (2020). A Presença de ‘Fausto’ na Literatura e Cultura Inglesas – Revisitando Adaptações da Lenda e Interpretações do Mito. In: ALBERTO F. Araújo, Rogério de Almeida e Marcos Beccari (orgs.). O Mito de Fausto. Vol.3 de Mitos da Pós-Modernidade. São Paulo: FEUSP.
LOBO, Luiza. Frankenstein, de Mary Shelley: Entre literatura e ciência. Cosmos & Contexto, Rio de Janeiro, 21 jun 2021. Disponível em: https://cosmosecontexto.org.br/frankenstein-de-mary-shelley-entre-literatura-e-ciencia/. Acesso em: 3 jan. 2023.
ROCQUE, L. de L. e TEIXEIRA, L. A.: ‘Frankenstein, de Mary Shelley e Drácula, de Bram Stoker: gênero e ciência na literatura’. História, Ciências, Saúde: Manguinhos, vol. VIII(1), p. 10-34, mar./jun. 2001. Disponível em: https://www.scielo.br/j/hcsm/a/nzcGnVjNPrc89Q588ysmrDc/abstract/?lang=pt. Acesso em: 01 fev. 2023.
RODRIGUES, Silmara. Fausto histórico e literário: um mito do individualismo no contexto de transição da Idade Média para a Era Moderna: um mito do individualismo no contexto de transição da Idade Média para a Era Moderna. Do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História do Brasil da UFPI, Paraíba, v. 9, n. 2, p. 1 de 13, 25 nov. 2020.
SHELLEY, Mary. Frankenstein. Tradução de Éverton Ralph. São Paulo: Publifolha, 1998.
SHELLEY, Mary. Frankenstein. Tradução Márcia Xavier de Brito. Rio de Janeiro: DarkSide Books, 2017. 304 p. Tradução de: Frankenstein.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Revista de Estudos Acadêmicos de Letras

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
Os Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob aLicença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
Os Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
Os Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).