O CANIBALISMO NO RELATO DE VIAGEM DE HANS STADEN

Autores

  • Rodrigues de Souza Bortolozzo UNEMAT

DOI:

https://doi.org/10.30681/real.v7i2.184

Resumo

O canibalismo, tão condenado por questões morais e éticas contemporâneas, foi um hábito existente ao longo da história. Longe de uma conotação que associa algum tipo de ritual religioso e o consumo de carne humana, é uma prática dotada de diferentes motivações e características. Canibalismo pode ser definido como o ato de comer carne ou parte do corpo de um indivíduo da mesma espécie. Esta prática foi muito relatada pelos Europeus, durante a época das grandes navegações e descobrimentos marítimos, nos séculos XV e XVI. Ao entrarem em contato como os nativos de diversas culturas os viajantes ficavam chocados com os atos de canibalismo. Também chamado de Antropofagia é o ato de comer uma parte, ou várias partes de um ser humano, os indígenas praticavam pensando que iriam ter as habilidades e força das pessoas que comiam. O sentido etimológico original da palavra "antropófago" (do Grego anthropos, "homem" e phagein, "comer") foi sendo substituído pelo uso comum, que designa o caso particular de canibalismo na espécie humana.

 

Para citar este artigo:

BORTOLOZZO, Rodrigues de Souza. O canibalismo no relato de viagem de Hans Staden. Revista de Estudos Acadêmicos de Letras, vol. 07 n. 02, p. 141-146, Dezembro de 2014.

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Publicado

01/12/2014

Como Citar

Bortolozzo, R. de S. (2014). O CANIBALISMO NO RELATO DE VIAGEM DE HANS STADEN. Revista De Estudos Acadêmicos De Letras, 7(2), 141–146. https://doi.org/10.30681/real.v7i2.184