FILIMONE MEIGOS, A POESIA COMO PRÁTICA PROFANATÓRIA E COMO ARTE DA PARÓDIA

Autores

  • Ana Mafalda Leite

Resumo

A poesia produzida por Filimone Meigos nos últimos vinte anos e reunida neste livro Mozambique meu corpus quantum é dos exemplos mais impressivos e mais importantes- dessa arte discursiva neo-barroca no panorama actual da poesia moçambicana

Referências

MEIGOS, Filimone. Moçambique meu corpus quantum. Maputo: Marimbique, 2008.

AGAMBEN, Giorgio. Profanações. Lisboa:Cotovia, 2006.

LEMOS, Virgílio de. “O Barroco estético ou 7 enunciados e 4 variantes”. Eroticus

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SECCO, Carmen Tindó. “A apoteose da palavra e do canto: A dimensão neo-barroca da poesia de José Craveirinha”. Via Atlântica. nº5, 2002, p.40-51.

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Publicado

09/12/2014

Como Citar

Leite, A. M. (2014). FILIMONE MEIGOS, A POESIA COMO PRÁTICA PROFANATÓRIA E COMO ARTE DA PARÓDIA. Revista ECOS, 17(2). Recuperado de https://periodicos.unemat.br/index.php/ecos/article/view/238