DA ALDEIA MAJTYRI À UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS: EXPERIÊNCIAS DE HUMANIZAÇÃO PELA FORMAÇÃO E PELA DOCÊNCIA
DOI:
https://doi.org/10.30681/geoambes.v4i08.14673Palavras-chave:
Memorial de formação, Formação docente, Educação indígenaResumo
O presente artigo configura-se como um memorial reflexivo relativo à minha trajetória e experiência de formação escolar e da experiência docente, vivida na escola indígena da Aldeia Majtyri, onde vivem os povos indígenas Tapirapé e Karajá. Apresentam-se três dimensões principais: a narrativa de minha história, a experiência na escola indígena, e a trajetória de formação no curso de Pedagogia e nos programas extracurriculares de caráter não obrigatório. A escrita (auto) biográfica favoreceu a construção de novos saberes, favorecendo o autoconhecimento, a auto formação e contribuindo para a constituição de construção de um novo modo de compreender e exercer a profissão docente. Assim, tornar-se professora comprometida com o respeito à diversidade deu-se na interface entre o contexto familiar, escolar e profissional, bem como no curso de Pedagogia.
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Recebido: 10/07/2025
Aprovado: 02/09/2025
Publicado: 30/12/2025