MEMÓRIA DISCURSIVA E CONDIÇÕES DE PRODUÇÃO
A RELAÇÃO INTERLINGUÍSTICA DOS KATITÃUHLU EM AMBIENTES VIRTUAIS
DOI:
https://doi.org/10.30681/moinhos.vi15.14627Palavras-chave:
redes sociais, memória discursiva, Língua KatitãuhluResumo
presente pesquisa trata da correlação entre línguas no contexto virtual, mais precisamente, a língua do povo Katitãuhlu em ambientes virtuais. A etnia Katitãuhlu está localizada na região sudoeste de Mato Grosso, entre os municípios de Pontes e Lacerda, Conquista D’Oeste, Nova Lacerda e Comodoro. A pesquisa se desenvolveu com base em dados sem identificação individual dos participantes, que configura o corpus, busca, portanto, compreender no contexto digital a relação entre a língua materna, ancestral com a língua portuguesa, ou seja, como as línguas se articulam (diferentes línguas) em formulações de texto escrito e da língua Katitãuhlu. A proposta desta pesquisa se fundamenta na teoria da Análise de Discurso de linha francesa, fundada na França por Michel Pêcheux (1969), e desenvolvida no Brasil por Eni Orlandi (1994, 2010). Mobilizou-se a noção de memória discursiva e condições de produção. Para tanto, segue a pergunta: tendo em vista a língua materna dos povos Nambikwara, a partir da coleta de dados, como a língua portuguesa e a língua materna do sujeito Nambikwara funcionam nos ambientes virtuais de linguagem?
Downloads
Referências
ALMEIDA-NETO, Prudente Pereira de. A sabedoria Katitaurlu como representação da comuniversidade: diálogo intercultural. 2004. Tese (Doutorado em Educação) - Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2004.
CERTEAU, Michel de. A Cultura no plural / Michel de Certeau; tradução de Enid Abreu Dobránszky. 7ª ed. – Campinas, SP: Papirus, 2012. – (Coleção Travessa do Século).
COSTA, Anna Maria Ribeiro Fernandes Moreira da. Senhores da memória: uma história do Nambiquara do Cerrado. Cuiabá: Unicen; Unesco, 2002.
OLIVEIRA, Guilherme Ziebell de. O papel da guerra de Biafra na construção do estado nigeriano: da independência à segunda república (1960-1979). Monções: Revista de Relações Internacionais da UFGD, Dourados, v. 3, n. 6, p. 45-68, jul./dez. 2014.
ORLANDI, E. A materialidade do gesto de interpretação e o discurso eletrônico. In: DIAS, C. (Org.). Formas de mobilidade no espaço e-urbano: sentido e materialidade digital. Campinas: Editora da Unicamp, 2010. p. 123-145.
ORLANDI, E. Gestos de Leitura: da História no Discurso. Campinas: Editora da Unicamp, 1994.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Revista Moinhos

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-ShareAlike 4.0 International License.