ELES ERAM MUITOS CAVALOS, LITERATURA NA FRONTEIRA ENTRE SOCIAL E POLÍTICO

Autores

  • Madalena Machado UNEMAT

Resumo

Neste artigo procedemos a uma leitura crítica do
romance Eles eram muitos cavalos. Usamos como referencial teórico,
a  hermenêutica  literária  propugnada  por Gadamer  (2004),
Ricoeur (l978) e Jauss (1988), a fim de levantar a problemática
do político e social presente na obra literária, testemunha dos
anos atuais. Horizontes de expectativas quebrados, presente romanesco, são enfoques dados na nossa interpretação do literário em cena, interferindo na consciência reflexiva do leitor.

Referências

RUFFATO, Luiz. Eles eram muitos cavalos. São Paulo: Companhia das

Letras, 2013.

ECO, Umberto. Interpretação e superinterpretação. Tradução de Monica

Stahel. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

GADAMER, Hans-Georg. Verdade e método. Vol. 2. Tradução de Enio

Paulo Giachini. Petrópolis-RJ: Vozes; Bragança Paulista-SP: Editora

Universitária São Francisco, 2004.

HARRISSON, Marguerite Itamar. (Org.) Uma cidade em camadas,

ensaios sobre o romance Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato.

Vinhedo-SP: Horizonte, 2007.

JAUSS, Hans Robert. Pour une heméneutique littéraire. Traduit de

l?allemand par Maurice Jacob. Paris: Galimmard, 1988.

MELO e SOUZA, Ronaldes de. Ensaios de poética e hermenêutica. Rio

de Janeiro: Oficina Raquel, 2010.

RICOEUR, Paul. O conflito das interpretações. Tradução de Hilton

Japiassu. Rio de Janeiro: Imago, 1978.

Downloads

Como Citar

Machado, M. (2017). ELES ERAM MUITOS CAVALOS, LITERATURA NA FRONTEIRA ENTRE SOCIAL E POLÍTICO. Revista Alere, 12(2), 203–222. Recuperado de https://periodicos.unemat.br/index.php/alere/article/view/1685

Edição

Seção

ARTIGOS