Situações de urgência e emergência na atenção primária reguladas pelo SAMU / Urgency and emergency situations in primary care regulated by SAMU / Situaciones de urgencia y emergencia en la atención primaria regulada por el SAMU

Autores

  • Carolina Siqueira do Amaral Enfermeira mestranda do PPGEnf - MP da UFCSPA. Enfermeira do Hospital São Francisco da ISCMPA.
  • Ana Zilda de Castro Reck Enfermeira residente do Programa de Residência Integrada: saúde da família e comunidade do GHC. Porto Alegre, RS
  • Dante Santos Souza Discente do curso de Medicina da UFCSPA.
  • Angela Regina Groff Nuñez Médica da Gerência distrital Norte/Eixo Baltazar. coordenadora da UBS Passo das Pedras I. Porto Alegre, RS.
  • Carine Raquel Blatt Farmacêutica. Docente do departamento de Farmacociências da UFCSPA.
  • Alísia Helena Weis Enfermeira. Docente do Departamento de Enfermagem da UFCSPA.
  • Emiliane Nogueira de Souza UNIVERIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE

Palavras-chave:

Serviço médico de emergência, Atenção primária à saúde, Ambulâncias.

Resumo

Objetivo: identificar as principais situações de urgência e emergência que chegam aos serviços de atenção primária e que são encaminhadas para serviços de maior complexidade reguladas pelo serviço de atendimento móvel de urgência. Método: estudo longitudinal e prospectivo realizado em 21 unidades de saúde. A coleta de dados ocorreu entre junho de 2014 a maio de 2015. Resultados: foram realizadas 57 chamadas para o SAMU, sendo 28 originadas de unidades com estratégia de saúde da família. A idade média dos pacientes foi de 40,94+13,21 anos, a maioria era do sexo feminino e o sistema mais afetado foi o cardiovascular seguido pelo neurológico. Tempo médio de deslocamento para o SAMU chegar ao local do chamado foi 31,69±21,50 minutos. Os encaminhamentos realizados foram para unidade de pronto atendimento na sua maioria. Conclusão: alterações dos sistemas cardiovascular e neurológico foram as mais prevalentes dentre as situações reguladas pelo serviço de atendimento móvel de urgência na atenção primária.

Biografia do Autor

Carolina Siqueira do Amaral, Enfermeira mestranda do PPGEnf - MP da UFCSPA. Enfermeira do Hospital São Francisco da ISCMPA.

Enfermeira mestranda do PPGEnf - MP da UFCSPA. Enfermeira do Hospital São Francisco da ISCMPA.

Ana Zilda de Castro Reck, Enfermeira residente do Programa de Residência Integrada: saúde da família e comunidade do GHC. Porto Alegre, RS

Enfermeira residente do Programa de Residência Integrada: saúde da família e comunidade do GHC. Porto Alegre, RS

Dante Santos Souza, Discente do curso de Medicina da UFCSPA.

Discente do curso de Medicina da UFCSPA.

Angela Regina Groff Nuñez, Médica da Gerência distrital Norte/Eixo Baltazar. coordenadora da UBS Passo das Pedras I. Porto Alegre, RS.

Médica da Gerência distrital Norte/Eixo Baltazar. coordenadora da UBS Passo das Pedras I. Porto Alegre, RS.

Carine Raquel Blatt, Farmacêutica. Docente do departamento de Farmacociências da UFCSPA.

Farmacêutica. Docente do departamento de Farmacociências da UFCSPA.

Alísia Helena Weis, Enfermeira. Docente do Departamento de Enfermagem da UFCSPA.

Enfermeira. Docente do Departamento de Enfermagem da UFCSPA.

Emiliane Nogueira de Souza, UNIVERIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE

Docente do Departamento de Enfermagem da UFCSPA. Enfermeira doutora em Ciências Cardiovasculares: cardiologia pela UFRGS

Referências

Mendes EV. As redes de atenção à saúde. Cien Saude Colet. 2010; 15(5): 2297-305.

Oliveira M, Trindade MF. O atendimento de urgência e emergência na rede de atenção básica de saúde: análise do papel do enfermeiro e o processo de acolhimento. Rev Horus. 2010; 4(2): 160-71.

Barros MD, Sá MC. O processo de trabalho em saúde e a produção do cuidado em uma unidade de saúde da família: limites ao acolhimento e reflexos no serviço de emergência. Cien Saude Colet. 2010; 15(5): 2473-82.

Gentile S, Vignally P, Durand A, Gainotti S, Sambuc R, Gerbeaux P. Nonurgent patients in the emergency department? A French formula to prevent misuse. BMC Health Serv Res. 2010; 10(66).

Almeida PF, Gérvas J, Freire J-M, Giovanella L. Estratégias de integração entre atenção primária à saúde e atenção especializada: paralelos entre Brasil e Espanha. Saude Debate. 2013; 37(98): 400-15.

Agostin RL, Ceretta LB, Schwalm MT, Hoepers NJ, Soratto MT. O entendimento da equipe de enfermagem da Estratégia de Saúde da Família sobre urgência e emergência. O Mundo da Saúde. 2012; 36(3): 461-7. Disponível em: https://www.saocamilo-sp.br/pdf/mundo_saude/95/8.pdf Acesso em:

Santos JLG, Lima MADS. Gerenciamento do cuidado: ações dos enfermeiros em um serviço hospitalar de emergência. Rev Gaucha Enferm. 2011; 32(4): 695-702.

Shimizu HE, Rosales C. As práticas desenvolvidas no programa saúde da família contribuem para transformar o modelo de atenção à saúde? Rev Bras Enferm. 2009; 62(3):424-9.

Goldbaum M, Gianini RJ, Novaes HMD, César CLG. Utilização de serviços de saúde em áreas cobertas pelo programa de saúde da família (Qualis) no Município de São Paulo. Rev Saude Publica. 2005; 39(1): 90-9.

Marques GQ, Lima MADS, Ciconet RM. Agravos clínicos atendidos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Porto Alegre - RS. Acta Paul Enferm. 2011; 24(2):185-91.

Ministério da Saúde (BR). Secretaria Executiva. Indicadores de Mortalidade e de Morbidade. Brasília(DF) 2012 [acesso em 2016 nov 8]. Disponível em: http://www.datasus.gov.br/idb.

Ministério da Saúde [Internet]. Secretaria Executiva. Datasus [acesso em 16 jun 2016]. Informações de saúde. Indicadores de mortalidade. Disponível em: <http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?idb2012/c08.def>

Gonsaga RAT, Brugugnolli, ID, Zanutto TA, Gilioli JP, Silva L FC, Fraga GP. Características dos atendimentos realizados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência no município de Catanduva, Estado de São Paulo, Brasil, 2006 a 2012. Epidemiol Serv Saúde. 2013; 22(2): 317-24.

Duarte SJH, Lucena BB, LHM. Atendimentos prestados pelo serviço móvel de urgência em Cuiabá, MT, Brasil. Rev Eletr Enferm. 2011; 13(3): 502-7.

Pelegrini AHW. Produção do cuidado de enfermeiros em atenção primária à saúde no atendimento em situações de urgência [tese]. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS; 2013.

Veronese AM, Oliveira DL, Nast K. Characterization of demand not relevant to SAMU Porto Alegre: descriptive study. OBJN. 2012; 11(1): 159-70.

Acosta AM, Lima MADS. Usuários frequentes de serviço de emergência: fatores associados e motivos de busca por atendimento. Rev Lat Am Enfermagem. 2015; 23(2): 337-44.

Cabral APS, Souza WV. Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU): análise da demanda e sua distribuição espacial em uma cidade do Nordeste brasileiro. Rev Bras Epidemiol. 2008; 11(4): 530-40.

Marques GQ, Lima MADS. Demandas de usuários a um serviço de pronto atendimento e seu acolhimento ao sistema de saúde. Rev Lat Am Enfermagem. 2007; 15(1): 13-9.

Rocha RLP, Velloso ISC, Alves M. Relações entre profissionais de uma unidade básica de saúde e do serviço de atendimento móvel de urgência. Rev Assoc Med Minas Gerais. 2009; 19(4): 317-24.

Downloads

Publicado

04/07/2018

Como Citar

Amaral, C. S. do, Reck, A. Z. de C., Souza, D. S., Nuñez, A. R. G., Blatt, C. R., Weis, A. H., & Nogueira de Souza, E. (2018). Situações de urgência e emergência na atenção primária reguladas pelo SAMU / Urgency and emergency situations in primary care regulated by SAMU / Situaciones de urgencia y emergencia en la atención primaria regulada por el SAMU. Journal Health NPEPS, 3(1), 241–252. Recuperado de https://periodicos.unemat.br/index.php/jhnpeps/article/view/2881

Edição

Seção

Artigo Original/ Original Article/ Artículo Originale