Chemical control of Africanized Honey Bees (Apis mellifera) from the perspective of public health surveillance/ Control químico de las abejas melíferas africanizadas (Apis mellifera) en perspectiva de la salud pública/ Controle químico de abelhas...

Autores

  • Rafael Salim Nassar Prefeitura Municipal de São Paulo, Secretaria Municipal da Saúde do Estado de São Paulo, Coordenação de Vigilância em Saúde, Centro de Controle de Zoonoses.
  • Anderson Cornationi Lopez Prefeitura Municipal de São Paulo, Secretaria Municipal da Saúde do Estado de São Paulo, Coordenação de Vigilância em Saúde, Centro de Controle de Zoonoses.
  • Lilian dos Santos Babolin Prefeitura Municipal de São Paulo, Secretaria Municipal da Saúde do Estado de São Paulo, Coordenação de Vigilância em Saúde, Centro de Controle de Zoonoses.
  • Regina Célia Gentil Prefeitura Municipal de São Paulo, Secretaria Municipal da Saúde do Estado de São Paulo, Coordenação de Vigilância em Saúde, Centro de Controle de Zoonoses.
  • Antonio Carlos Pedroso de Lima Instituto de Matemática e Estatística, Departamento de Estatística.

Palavras-chave:

Public Health Surveillance, Bees, Animals, Poisonous, Insect Control, Insecticides.

Resumo

Objective: to compare the time of the knockdown effect between the pesticides prallethrin and dichlorvos on Africanized Honey bees (AHB). Method: this is an experimental study. The effect of these two pesticides over time was evaluated based on a life table methodology. The probability of survival between the two groups was compared based on the Mantel-Cox test. Results: it was observed that within 40 seconds the estimated probability of survival (no knockdown) was approximately 20% for prallethrin and 70% for dichlorvos. Estimated probability of survival (no knockdown) for prallethrin was lower in comparison to dichlorvos up to approximately 90 seconds. After that, the estimated survival for both pesticides became closer and stable. After 300 seconds almost all AHB were eliminated by both pesticides. Prallethrin showed better effect to control AHB when compared to dichlorvos. Conclusion: based on the results and considering that prallethrin presents lower toxicity to humans and to the environment it can be a safer alternative rather than dichlorvos to control AHB in urban areas.

Biografia do Autor

Rafael Salim Nassar, Prefeitura Municipal de São Paulo, Secretaria Municipal da Saúde do Estado de São Paulo, Coordenação de Vigilância em Saúde, Centro de Controle de Zoonoses.

Analista em Saúde - Biólogo da Prefeitura Municipal de São Paulo. Tem experiência nas áreas de Bioquímica, Imunologia e Saúde Pública com ênfase na Vigilância, Prevenção e Controle de Fauna Sinantrópica. Atualmente trabalha no controle de abelhas e vespas de importância médica nas áreas urbanas do município de São Paulo.

Anderson Cornationi Lopez, Prefeitura Municipal de São Paulo, Secretaria Municipal da Saúde do Estado de São Paulo, Coordenação de Vigilância em Saúde, Centro de Controle de Zoonoses.

Analista em Saúde - Biólogo da Prefeitura Municipal de São Paulo. Tem experiência em saúde pública na Vigilância, Prevenção e Controle de Fauna Sinantrópica.

Lilian dos Santos Babolin, Prefeitura Municipal de São Paulo, Secretaria Municipal da Saúde do Estado de São Paulo, Coordenação de Vigilância em Saúde, Centro de Controle de Zoonoses.

Analista em Saúde - Bióloga da Prefeitura Municipal de São Paulo. Tem experiência em saúde pública na Vigilância, Prevenção e Controle de Fauna Sinantrópica.

Regina Célia Gentil, Prefeitura Municipal de São Paulo, Secretaria Municipal da Saúde do Estado de São Paulo, Coordenação de Vigilância em Saúde, Centro de Controle de Zoonoses.

Analista em Saúde - Bióloga da Prefeitura Municipal de São Paulo. Tem experiência em saúde pública na Vigilância, Prevenção e Controle de Fauna Sinantrópica.

Antonio Carlos Pedroso de Lima, Instituto de Matemática e Estatística, Departamento de Estatística.

Bacharel em Estatística pela Universidade de São Paulo (1985), Mestre em Estatística pela Universidade de São Paulo (1988) e Doutor em Biostatistica pela University of North Carolina at Chapel Hill, EUA (1995). Atualmente é professor associado da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Probabilidade e Estatística, com ênfase em Análise de Sobrevivência e Métodos Assintóticos

Referências

Nogueira Neto P. Vida e criação de abelhas indígenas sem ferrão. São Paulo (SP): Nogueirapis; 1997.

Françoso E. Filogeografia de Bombus morio e B. pauloensis (Hymenoptera, Apidae) [dissertação]. São Paulo: Universidade de São Paulo; 2015. 28 p.

Ferreira Júnior RS, Sciani JM, Marques-Porto R, Junior AL, Orsi R de O, Barraviera B, et al. Africanized honey bee (Apis mellifera) venom profiling: Seasonal variation of melittin and phospholipase A2 levels. Toxicon. 2010; 56(3):355–62.

Augusto R, Barros M De, Endrigo T, Olivo T, Mendes RP, Regina S, et al. Africanized honeybee stings: how to treat them. Rev Soc Bras Med Trop. 2011; 44(6):755–61.

Ferreira RS, Almeida RAMB, Barraviera SRCS, Barraviera B. Historical perspective and human consequences of Africanized bee stings in the Americas. J Toxicol Environ Heal - Part B Crit Rev. 2012; 15(2):97–108.

Santos KS, Stephano MA, Marcelino JR, Ferreira VMR, Rocha T, Caricati C, et al. Production of the first effective hyperimmune equine serum antivenom against Africanized bees. PLoS One. 2013; 8(11):1–10.

Terças ACP, Vivi VK, Machado C, Lemos ERS. Aspectos epidemiológicos dos acidentes por picada de abelha africana. J Health NPEPS. 2017; 2(Supl. 1):58–72.

Prado M, Quirós D, Lomonte B. Mortality due to Hymenoptera stings in Costa Rica, 1985-2006. Rev Panam Salud Publica. 2009; 25(5):389–93.

Barbosa AN, Boyer L, Chippaux JP, Medolago NB, Caramori CA, Paixão AG, et al. A clinical trial protocol to treat massive Africanized honeybee (Apis mellifera) attack with a new apilic antivenom. J Venom Anim Toxins Incl Trop Dis. 2017; 23(1):1–10.

Mello MHSH de, Silva EA de, Natal D. Abelhas africanizadas em área metropolitana do Brasil: abrigos e influências climáticas. Rev Saúde Pública. 2003; 37(2):237–41.

Melo MHMS. Abelhas Africanizadas na Cidade de São Paulo - uma abordagem epidemiológica [dissertação]. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo; 1999. 132 p.

Chippaux JP. Epidemiology of envenomations by terrestrial venomous animals in Brazil based on case reporting: From obvious facts to contingencies. J Venom Anim Toxins Incl Trop Dis. 2015; 21:1–17.

Biblioteca Virtual em Saúde. Instrução de serviço para manejo e controle de himenópteros de importância médica no município de São Paulo: 1-19. Base de dados:COVISA-Produção/LILACS/Sec. Munic. Saúde SP/Coleciona SUS. São Paulo; 2013 [acesso em 2020 Mai 12]. Disponível em: http://sms.sp.bvs.br/lildbi/docsonline/get.php?id=2941

Alves F, Machado C, Lemos ERS. Formigas e vespas como problema de saúde pública. J Health NPEPS. 2017; 2(Supl. 1):122–9.

Wickham JC, Chadwick PR, Stewart DC. Factors which influence the knockdown effect of insecticide products. Pestic Sci. 1974; 5(5):657–64.

Hénault-Ethier L, Soumis N. Health and environmental impacts of pyrethroid insecticides: What we know, what we don’t know and what we should do about it. Exec Summ Sci Lit Rev Prep Équiterre. 2015;0–67.

Gaspari RJ, Paydarfar D. Pathophysiology of respiratory failure following acute dichlorvos poisoning in a rodent model. Neurotoxicology. 2007; 28(3):664–71.

Binukumar BK, Gill KD. Cellular and molecular mechanisms of dichlorvos neurotoxicity: Cholinergic, nonchlolinergic, cell signaling, gene expression and therapeutic aspects. Indian J Exp Biol. 2010; 48(7):697–709.

Koureas M, Tsakalof A, Tsatsakis A HC. Systematic review of biomonitoring studies to determine the association between exposure to organophosphorus and pyrethroid insecticides and human health outcomes. Toxicol Lett. 2012; 210(2):155–68.

McKelvey W, Jacobson JB, Kass D, Barr DB, Davis M, Calafat AM, et al. Population-based biomonitoring of exposure to organophosphate and pyrethroid pesticides in New York city. Environ Health Perspect. 2013; 121(11–12):1349–56.

Chandra A, Dixit M, Banavaliker J. Prallethrin poisoning: A diagnostic dilemma. J Anaesthesiol Clin Pharmacol. 2013; 29(1):121.

Nascimento L, Melnyk A. A química dos pesticidas no meio ambiente e na saúde The chemistry of pesticides in the environment and health. Rev Mangaio Acad. 2016; 1(1):54–61.

Prallethrin | C19H24O3 - PubChem [Internet]. [cited 2018 Dec 4]. Available from: https://pubchem.ncbi.nlm.nih.gov/compound/9839306

Dichlorvos | C4H7Cl2O4P - PubChem [Internet]. [cited 2018 Dec 4]. Available from: https://pubchem.ncbi.nlm.nih.gov/compound/3039

Cutler SJ, Ederer F, Bethesd L. Maximum utilization of the life table method in analyzing survival. J chronic dis. 1958; 8:699-712.

Mantel N. Evaluation of survival data and two new rank order statistics arising in its consideration. Cancer Chemother Rep. 1966; 50:163–70.

Cox D. Regression models and life tables. J R stat soc Ser B Methodol. 1972; 34(2):187–220.

Machado C. Um panorama dos acidentes por animais peçonhentos no Brasil. J Health NPEPS. 2016; 1(1):1–3.

Ministério da Saúde (BR). Portaria n. 1138/GM, de 23 de maio de 2014. Define as ações e os serviços de saúde voltados para vigilância, prevenção e controle de zoonoses e de acidentes causados por animais peçonhentos e venenosos, de relevância para a saúde pública. Diário Oficial da União, Brasília, 26 mai. 2014. Seção 1, p. 83-84.

Santos AMM, Mendes EC. Abelha africanizada (Apis mellifera L.) em áreas urbanas no brasil: necessidade de monitoramento de risco de acidentes. Rev Sustinere. 2016; 4(1):117–43.

Pokhrel V, DeLisi NA, Danka RG, Walker TW, Ottea JA, Healy KB. Effects of truck-mounted, ultra low volume mosquito adulticides on honey bees (Apis mellifera) in a suburban field setting. PLoS One. 2018; 13(3):1–13.

Downloads

Publicado

01/06/2020

Como Citar

Nassar, R. S., Lopez, A. C., Babolin, L. dos S., Gentil, R. C., & de Lima, A. C. P. (2020). Chemical control of Africanized Honey Bees (Apis mellifera) from the perspective of public health surveillance/ Control químico de las abejas melíferas africanizadas (Apis mellifera) en perspectiva de la salud pública/ Controle químico de abelhas. Journal Health NPEPS, 5(1), 174–186. Recuperado de https://periodicos.unemat.br/index.php/jhnpeps/article/view/4505

Edição

Seção

Artigo Original/ Original Article/ Artículo Originale