ALGUMAS INCURSÕES SOBRE CADERNOS DE MEMÓRIAS COLONIAIS E A GORDA, DE ISABELA FIGUEIREDO

Autores

  • ADÉLIA MARIA DE SOUZA LIMA
  • MARINEI ALMEIDA

Palavras-chave:

Cadernos de Memórias Coloniais, A Gorda, Romance dos Retornados, Memória

Resumo

Pretende-se com esse estudo refletir sobre escritas contemporâneas que abordam o final do colonialismo e o início do pós-colonial, nos pautamos nas obras Cadernos de Memórias Coloniais (2009) e o romance A gorda (2018), de Isabela Figueiredo.
Narrativas que veiculam gêneros literários distintos, porém uma complementa a outra, de maneira que a primeira ofereceu possibilidade para a autora juntar argumentos e estruturar a segunda. Deste modo, podemos dizer que a obra memorialística de Isabela Figueiredo, Cadernos de Memórias Coloniais, serviu como laboratório para a criação do romance A Gorda. Buscaremos, portanto, refletir sobre os gêneros memórias e romance dos retornados, tendo como ponto principal de discussão, em ambas as obras, a figura do pai da protagonista, portadora de uma imagem controversa, pois esse pai é visto como exemplo a seguir por amar a filha e cuidar da família, mas também é nessa mesma figura que a filha vê uma imagem do colonizador que usa todo o poder do homem branco perante o povo negro, comportamento que contraria os sentimentos dessa filha.

Referências

No corpo da versão em pdf do artigo.

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Publicado

16/10/2021 — Atualizado em 16/10/2021

Versões

Como Citar

DE SOUZA LIMA, A. M., & ALMEIDA, M. (2021). ALGUMAS INCURSÕES SOBRE CADERNOS DE MEMÓRIAS COLONIAIS E A GORDA, DE ISABELA FIGUEIREDO. Revista Alere, 22(2), 23–38. Recuperado de https://periodicos.unemat.br/index.php/alere/article/view/5885

Edição

Seção

ARTIGOS