Restos mortos do passado: Uma reflexão sobre cinema, modernidade e arquivo a partir do documentário Fio da Memória

Autores

  • Ulisflávio Oliveira Evangelista UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso

DOI:

https://doi.org/10.30681/rccs.v11i1.14501

Palavras-chave:

Documentário, Walter Banjamin, Arquivologia, Cinema, Fio da Memória

Resumo

O artigo procura refletir e investigar os pressupostos teóricos vistos na disciplina de Imagem e Tecnologia, ministrada pela professora doutora Patrícia Rebello, ancorado no tripé Cinema, Modernidade e Arquivo, especialmente a partir do conceito de arquivologia, no texto Archiveology: Walter Benjamin and archival film practices, de Catherine Russell (2018). Entendendo o cinema como memória, busca-se um diálogo com o documentário Fio da Memória, realizado pelo documentarista Eduardo Coutinho. A obra foi produzida em 1991 tendo como marco simbólico, a celebração do centenário da abolição da escravidão no Brasil.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Biografia do Autor

  • Ulisflávio Oliveira Evangelista, UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso

    Doutor em comunicação pela UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Professor efetivo do curso de Jornalismo da UNEMAT - Universidade do Estado de Mato Grosso.

Referências

ANTABI, Marcia e FRANÇA, Andrea. O cinema Yiddish: O gesto da escavação como método de transmissão. 43° Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – VIRTUAL, 2020. Disponível em: http://www.intercom.org.br/sis/eventos/2020/resumos/R15-1569-1.pdf Acesso em: 20 fev. 2021.

BERNARD, Sheila Curran. Documentário: Técnicas para uma produção de alto impacto. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.

CARROL, Noel. Ficção, não-ficção e o cinema da asserção pressuposta: Uma análise conceitual. In: RAMOS, Fernão Pessoa (org.). Teoria Contemporânea do Cinema, volume II. São Paulo: SENAC, 2005.

EVANGELISTA, Ulisflávio Oliveira. BR-101: Um abismo entre os diferentes “brasis”. Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/grande-reportagem/br-101-um-abismo-entre-os-diferentes-brasis/ . Acesso em: 02 fev. 2021.

EVANGELISTA, Ulisflávio Oliveira. Documentário, jornalismo e o cinema-olho. Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/cinema-e-realidade-social/documentario-jornalismo-e-o-cinema-olho/ . Acesso em: 02 fev. 2021.

FREITAS, Cristiane. Da memória ao cinema. LOGOS. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/logos/article/viewFile/14591/11054 Acesso em: 10 fev. 2021.

GUZMÁN. Patrício. Filmar o que não se vê: um modo de fazer documentários. São Paulo: Edições SESC, 2017.

LINS, Consuelo. O documentário de Eduardo Coutinho: televisão, cinema e vídeo. Rio de Janeiro: Zahar editora, 2004.

METZ, Cristian. A significação no cinema. São Paulo: Perspectiva, 1977.

MORIN, Edgar. O cinema ou o homem imaginário: Ensaio de antropologia sociológica. São Paulo: É realizações Editora, 2014.

NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. Campinas, SP: Papirus, 2005.

RAMOS, Fernão Pessoa. Mas afinal... O que é mesmo documentário? São Paulo: SENAC, 2008.

RAMOS, Fernão Pessoa. A mise-em-scène no documentário. Disponível em: https://hosting.iar.unicamp.br/docentes/fernaoramos/20Mise-en-SceneSiteCineDocumental.pdf Acesso em: 20 fe. 2021.

RODRIGUES, Jaime. Fios de o fio da memória. UNICAMP, SP: Revista de história, 1999. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/revhistoria/article/view/18892/20955 Acesso em: 18 fev. 2021.

RUSSEL, Catherine. Archiveology: Walter Benjamin and archival film pratices. Duke University Press, 2018.

TEIXEIRA, Francisco Elinaldo. Documentário no Brasil: Tradição e transformação. São Paulo: Summus, 2004.

Downloads

Publicado

2025-12-30

Como Citar

Evangelista, U. O. (2025). Restos mortos do passado: Uma reflexão sobre cinema, modernidade e arquivo a partir do documentário Fio da Memória. Revista Comunicação, Cultura E Sociedade, 11(1). https://doi.org/10.30681/rccs.v11i1.14501