Edições anteriores

  • Mídia e Sociedade: Diálogos Intermitentes
    v. 7 n. 2 (2020)

    Entre a tela midiática e o transcurso do cotidiano na contemporaneidade, um emaranhado de questões emerge como leme necessário para a revisão dos lugares que jornalistas, publicitários, comunicólogos devem ocupar na experiência para com cidadanias cada vez mais fragmentadas. Trata-se de questões interdisciplinares, cuja tônica nos revela múltiplas facetas aos quais a circulação e consumo de informações devem exercer, mas, ao mesmo tempo, denotam uma tomada de partida em outros termos quando do outro lado tem-se uma sociedade civil mais indiferente às instituições. Isto exposto, a 12a. edição da RCCS é um convite a repensar a prática midiática no contexto de uma noção de política e de democracia em constante deslocamento.
  • Comunicação, Cultura e seus desafios
    v. 7 n. 1 (2020)

    A presente edição conclama um olhar bastante eclético sobre o papel que as mídias podem assumir na sociedade. Uma proposta multifacetada para responder problemas cada vez mais plurais, plurimetodológicos. Dessa forma, os 12 textos do dossiê intitulado “Comunicação, cultura e seus desafios”, pretendem se revelar e serem lidos e interpretados. Então, como chave para um caminhar num mundo à deriva, um mundo que mudou e não é mais o mesmo daquele do início de 2020.

  • Comunicação, Cultura e Sociedade
    v. 6 n. 2 (2020)

    A presente edição da revista Comunicação, Cultura e Sociedade convida a todos para uma reflexão interdisciplinar para as possíveis costuras entre os campos da Comunicação e da Humanidades. Os textos buscam dialogar com questões que não somente definem e politizam o status da imprensa no entrelaçamento com uma sociedade que se pretende contemporânea, mediada por imagens, mas relatam para aspectos de uma subjetividade e de identidades que estão em constante ebulição, sobretudo, ao calor do intercâmbio das experiências culturais com as mídias. 

    Os textos refletem a pesquisa de autores de diferentes regiões brasileiras, provando, por sua vez, o caráter exógeno da nossa publicação e o compromisso de seus organizadores em fazer divulgação científica em tempo de pandemia de covid-19. 

    A décima edição da RCCS, um número simbólico, contempla 10 artigos, uma entrevista e resenha especial. Tem por temática Comunicação, Cultura e Sociedade, justamente o nome do grupo de pesquisa inicial que batiza a publicação. A escolha do tema abrangente se dá não somente pelo ecletismo temático, metodológico, mas pelo anseio de desenvolver um diálogo de pares que possa contemplar a comunicação no que ela possui de mais versátil: sua porosidade com outras áreas do conhecimento.

    Neste sentido, esperamos que os textos, além de revelarem singularidades de pesquisas e dos autores, possam ser germinadoras de novas porosidades, pontes e saídas para o pensar em comunicação, de modo a superamos aos vetores históricos de exclusão do conhecimento. 

    Obrigado e boa leitura a todos!

    Equipe Editorial da RCCS

  • Ensino de Jornalismo
    v. 6 n. 1 (2019)

    A presente edição esboça traçar um panorama das experiências e reflexões sobre o ensino de Jornalismo praticado no Centro-Oeste e Brasil. A intenção é evidenciar os desafios que norteiam o campo profissional e de que maneira estes se insinuam enquanto singularidades ético-políticas do exercício da imprensa. Ao mesmo tempo, o olhar desta edição se pretende epistemológico, ao considerar o Jornalismo como um campo produtor de sentidos, de conhecimento. 

    A equipe da RCCS vai estar recebendo artigos, resenhas, entrevistas e ensaio fotográfico que contemple a questão pedagógica da formação profissional em Jornalismo e Comunicação. 

     Obrigado,

    Sônia Zaramella

    Iuri Gomes Barbosa 

    Lawrenberg Silva

  • A Amazônia e o Cerrado: entre ecos, diálogos e devires comunicacionais
    v. 5 n. 2 (2017)

    A Amazônia e o Cerrado, além de conservarem a maior diversidade ambiental do Brasil, concentram também uma sociodiversidade singular, mas, ao mesmo tempo, complexa. Desta área de dimensão continental, constata-se a presença de uma variedade étnica, socioeconômica e sociocultural que, para mais para menos, acabam remodelando tanto as práticas econômicas quanto o imaginário social das relações profissionais em Comunicação. O que, por sua vez, em se tratando da pesquisa e do conhecimento da área, demanda um olhar interdisciplinar sobre as múltiplas dinâmicas que configuram e apontam a grande região enquanto lugar privilegiado de novas diásporas, de processos migratórios e de projetos contemporâneos de modernização rural.

    Esta condição privilegiada propicia a assunção de objetos, práticas, técnicas e desafios para os profissionais de Comunicação que, quando não deparam com cenários semirrurais de exercício profissional, estão inseridos num flerte de globalização que liga o arcaico da vida na floresta ao devir tecnológico dos dispositivos de captura de subjetividade como celulares e smartphones – então cada vez mais presentes nos mais distantes rincões da Amazonia e do Cerrado brasileiro. 

    Trata-se de um território fértil para investigações que, quando comparada às outras regiões brasileiras no tocante à pesquisa científica, sugere-nos outros percursos, sobretudo, no que tange o lugar-comum da Comunicação em torno da ideia de desenvolvimentismo em intersecção com a necessidade de (re) visar e (re)pensar a natureza no século XXI.

    Ao mesmo tempo, vale frisar: o intercâmbio e o diálogo sobre o campo de ensino e investigações na Amazônia e o Cerrado devem se insinuar como uma necessidade premente não somente para abordagens endógenas da região, mas a tudo que, direto ou indiretamente, conecta o sentido de morar, transitar e exercer interlocução em comunicação nestas regiões com o que significa e reafirma o pensamento comunicacional brasileiro, latino-americano, ibero-americano.

    Assim sendo, o movimento proposto por esta edição da revista Comunicação, Cultura e Sociedade, propõe uma chamada temática para a edição número 8, intitulada Cenários da Pesquisa e ensino em Comunicação e Jornalismo na Amazônia e Cerrado.

    A proposta é reunir reflexões teórico-metodológicas, sistematizadas em investigações de pesquisadores e acadêmicos das universidades da região, com foco na realidade regional destacadas na ampla agenda de estudos sobre as duas regiões brasileiras.

     

    Lawrenberg Advíncula da Silva (Unemat)

    Antônio Carlos Sardinha (Universidade Federal do Amapá – UNIFAP)

  • Comunicação, Cultura e Sociedade 7: Mídia, Informação e Sociedade Brasileira
    v. 5 n. 1 (2017)

    Ao desvelar pelo Brasil de rupturas sociopolíticas e de uma mídia em crise ético-orgânica, a edição 7 da Revista Comunicação, Cultura e Sociedade (RCCS) contemplou uma série de artigos que, direto ou indiretamente, dialogaram com o perfil de Jornalismo, Comunicação e realidade socioeconômica brasileira. Em certa medida, o debate interdisciplinar tende a refletir o papel da informação desde o circuito acadêmico das salas de aula aos espaços das redações jornalísticas e das ruas estigmatizadas pela violência urbana, em um período de tantos ruídos comunicacionais e silêncios semânticos. 

    Entre os eixos de estudo apresentados, merece um devido enfoque a tradição crítica de análise de conteúdos da mídia e aos processos de recepção, o perfil de profissionais e de atuação da imprensa. Em certa medida, esta edição reflete sobre o papel da imprensa frente aos acontecimentos políticos recentes, ampliando o debate da condição ética da informação jornalística na sua intersecção com a regulação democrática, o sentido de cidadania nas redes sociais da internet e a uma cultura política mais participativa.

    Trata-se de uma perspectiva de estudos da mídia e da imprensa brasileira que, embora bastante explorada como método por diversas escolas de Jornalismo, ainda se apresenta necessária ao surgimento de novas agendas e, por estas, novas retóricas do que pressupõe pensar e existir numa Sociedade de Comunicação da qual, apesar da abundante oferta de informações, padece de uma consciência mais efetiva dos usos e satisfações destas.

    Os textos que compõem esta edição foram selecionados entre o final de 2016 e o primeiro semestre de 2017.

  • O lugar do jornalismo: desafios para o ensino, a pesquisa e a profissão
    v. 4 n. 1 (2016)

    Esta edição é um tributo aos 10 anos do curso de Jornalismo de Alto Araguaia, interior de Mato Grosso. Criado em 2006, o curso foi instalado em um antigo prédio onde, em 1989, em regime de internato, funcionava o Colégio Salesiano Padre Carletti.  Atualmente, o curso dispõe de um espaço físico composto por doze salas: uma para atividades administrativas e curriculares do curso (coordenação), seis salas de aula com capacidade para quarenta (40) alunos, duas com capacidade de quinze (15) alunos, e uma agência de comunicação (Focagen).

    Assim exposto, o objetivo desta edição é pensar e repensar o Jornalismo em suas diversas variáveis, desde as principais retóricas que condicionam a práxis e as relações de ensino-aprendizagem nas faculdades e a partir de textos que, por exemplo: versam sobre a experiência de formação profissional em contextos adversos de mercado das mídias, ou apresentam ângulos novos acerca da notícia, do jornalista e de todo o processo informativo.

    Ao mesmo tempo, sob o anseio de inventariar o estado atual da imprensa e comunicação do Brasil e do mundo neste 2016, esta edição se institui enquanto uma precípua crítica ao sentido prevalecido de produção jornalística diante de uma opinião pública cada vez mais mal informada.

    Para esta edição comemorativa estaremos recebendo artigos, resenhas, entrevistas e ensaios fotográficos.

  • Comunicação e Cultura Popular
    v. 3 n. 1 (2015)

    Ao considerar o poder da comunicação em registrar, disseminar, fortalecer, integrar e reformular as mais variadas formas de expressão nos dias atuais, dessa vez o dossiê da revista CCS vai privilegiar o lugar-comum da cultura popular na Comunicação, e vice-versa.

     

    Parte-se do pressuposto de que tanto a globalização das informações quanto a mundialização cultural não conseguiram dar conta de contemplar os déficits históricos de acesso ao conhecimento, tampouco de emancipação política aos grupos menos favorecidos. Ao invés disso, o que se constatou foi somente o aumento significativo dos gargalos já existentes entre, por exemplo, os letrados e  os subletrados, os estabelecidos e os diferentes, os cidadãos do asfalto e os subcidadãos da periferia (morro), a cultura erudita de fora e o folclore do interior, os saberes formais e os saberes informais, senão a criação de outros: conectados e desconectados, ou os culturalmente midiatizados e os não.

     

    O objetivo é, afinal, dimensionar experiências envolvendo a participação da cultura na mídia e/ou da mídia na cultura, em suas singularidades, aproximações e diferenças. Mas também expor casos nos quais a relação entre informação, sociedade e conhecimento popular funcione em sinergia – ou não –; logo reiterando o protagonismo do verbo comunicar não somente enquanto instrumento das massas e multidões, mas na condição de parte indispensável de um organismo chamado identidade(s) cultural.

     

    Os questionamentos sugeridos nesta edição vão contemplar textos de Comunicação e suas áreas afins, ciente da necessidade de um dialogo mais plural com os campos mais distintos do conhecimento.  E os textos (artigos ou entrevistas) deverão ser enviados até o dia 25 de março de 2016.

     

    Organização da edição

    Lawrenberg Silva

    Rafael  Marques

    Iuri Gomes

  • COMUNICAÇÃO, CULTURA E SOCIEDADE IV: Mídia, movimentos sociais, espaço urbano e cidadania
    v. 2 n. 02 (2014)

    A IV Edição da Revista Comunicação, Cultura e Sociedade teve como dossiê central Mídia, Movimentos Sociais, Espaço Urbano e Cidadania, visando a problematização da informação na sociedade atual.

    Considera-se a capacidade de interferência dos processos de comunicação em sua intersecção à noção de cidadania e de participação popular nos mais distintos estratos da população brasileira.

    A grande mídia (a televisão, o rádio, a imprensa escrita) e as redes sociais da internet seriam diretamente responsáveis pela construção da identidade do sujeito contemporâneo, bem como, pela legitimação das formas de agir deste último, na medida em que a difusão de conteúdos propicia uma maior interação de ideias, pensamentos e valores.

    Por outro lado, o olhar sobre a atuação destas mídias exige-nos uma análise crítica em relação as suas práticas de regulação e intermediação sobre o que é de interesse público. Dos quais, mais consequentemente, tendem a alterar e deturpar as fronteiras ainda existentes entre as benesses da visibilidade em escala planetária e as agruras da vigilância total – e integral. 

    Os textos presentes desta edição, além de refletirem integral ou parcialmente o debate exposto, assinalam também perspectivas distintas no que tange os processos de comunicação enquanto mediadores de identidades culturais e novos ativismos sócio-históricos, considerando a atual crise de proposituras metodológicas e conceituais do campo da Comunicação frente os últimos acontecimentos.

    Editores e organizadores:

    Lawrenberg Advíncula da Silva

    Rafael Rodrigues Lourenço Marques 

     

     

  • Comunicação, Cultura e Sociedade III: A cidade no tempo das redes sociais
    v. 2 n. 1 (2014)

    Esta terceira edição ampliou o conceito de rede social para além das telas dos smartphones, ipods e notebooks de última geração; assim perpassando o campo de atuação das práticas midiáticas e, propriamente, dos estudos em Comunicação. Pois, afinal, pensar a metáfora da rede em suas múltiplas ressonâncias, bem como a cidade enquanto área de enorme interlocução social, significou explorar novos rumos, delimitações e objetos.

    Os textos desta edição não somente retrataram as interações entre a sociedade atual e as plataformas virtuais da internet, mas apresentaram proposituras na contramão de todo o processo, de modo a expandir o recorte temático e justificar a necessidade de abordagens cada vez mais plurais para a compreensão dos problemas no campo das Ciências Sociais Aplicáveis. Trata-se, em suma, de um desafio trans e multidisciplinar que foi traçado até de forma pretensiosa, e, ao mesmo tempo, ciente dos riscos, ainda mais quando se considera a condição intermitente dos estudos em Comunicação.

    Através de conceitos como fluxo transnacional, reterritorialidade e desterritorialidade, o texto dos professores doutores Mariano Hebenbrock e Kywza Fideles apontam para as inúmeras transversalidades coexistentes entre a apropriação das redes sociais e a constituição de um tecido urbano que se evidencia multicultural, glocal, assim observados na cidade de Recife. Já o texto intitulado “O olhar dos moradores de Santa Maria - RS sobre a cidade após o incêndio na boate Kiss: um estudo de caso no Facebook”, dos pesquisadores Cayron Henrique e Daiana Stasiak, sinaliza para um modo de apropriação, uso e satisfação das redes por usuários em face de uma tragédia.

    Voltado para as condições de circulação de conteúdos, o texto dos pesquisadores Alfredo Costa e Hélio Ferreira trata de comunicação viral ao fazer um estudo de dois casos que teve grande repercussão na webesfera e na própria mídia. Enquanto o filosofo Lionês Santos desenvolve um estudo mais conceitual acerca das redes e suas imbricações cognitivas.

    Não muito diferente, a resenha do professor Gibran Lachowski versa sobre a relação do individuo contemporâneo com as novas tecnologias, ao desenvolver uma reflexão da obra do jornalista Pedro Burgos, Conecte-se ao que importa: um manual para a vida digital saudável.  

    Também no tocante às tecnologias, os pesquisadores Rafael Gomes e Rosceli Kochhann dimensionam a influencia das mídias alocativas e da convergência digital no jornalismo radiofônico.  Enquanto, por outro lado, o professor Miguel Rodrigues Netto reitera o aspecto disjuntivo das promessas democratizadoras da comunicação pós-massiva, quando coloca no centro do debate conceitos como coronelismo eletrônico e historiciza as leis de concessão de radiodifusão no Brasil.

    Sobre os processos de comunicação, o estudo dos pesquisadores Marcelo Eduardo Leite e Leylianne Alves Vieira sobre a revista Realidade revela o papel da reportagem jornalística enquanto memória cultural do Brasil. Um viés que atribui função de interface social à prática jornalística e no texto do pesquisador Ulisflávio Evangelista parece ser e ditar a tônica do seu projeto Artset, só que pela linguagem do cinema.  

    Já sobre o olhar sobre a cidade, o texto do pesquisador Fábio Lopes explora as dinâmicas interacionais em um cabaré, deslindando uma noção de rede totalmente adversa a adotada pelo universo cyberpunk.

    Para finalizar, tem-se a entrevista com o filosofo Vladimir Santafé, que fala sobre o seu livro Da biopolítica dos movimentos sociais à batalha nas redes: vozes autônomas sinaliza e o tipo de protagonismo adquirido pelas multidões a partir da interação com as redes sociais da internet.

     

    Tenham uma boa leitura! 

    Lawrenberg Advíncula da Silva

    Editor-Geral

     

    Lawrenberg Advíncula da Silva

    Miguel Rodrigues Netto

    Iuri Barbosa Gomes

    (Organizadores da edição)

  • Comunicação, Cultura e Sociedade I
    v. 1 n. 2 (2013)

    É com satisfação que apresentamos o primeiro número da Revista Comunicação, Cultura e Sociedade. 

    A publicação do Grupo de Pesquisa Comunicação, Cultura e Sociedade (Unemat/CNPq) tem como proposta difundir a produção científica da área de comunicação, tornando-se espaço para debates e intercâmbio entre investigadores, grupos e redes de pesquisa, em especial das universidades e programas de pós- graduação do estado de Mato Grosso e da região Centro-Oeste. 

    Nesta edição especial, reunimos sete artigos que apontam reflexões em torno do campo da comunicação e do jornalismo em suas respectivas interfaces com os campos culturais, políticos e sociais. 

    Em O evangelho do jornalismo segundo o Supremo - Lições da inocuidade e do embaralhamento jurídico-conceitual na decisão do STF sobre o diploma para jornalista, o professor Edson Luiz Spenthof, da Universidade Federal de Goiás (UFG), reflete sob uma perspectiva teórica o debate sobre a necessidade de formação superior em jornalismo, a partir da decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a obrigatoriedade do diploma para o exercício profissional.

    A visibilidade da cultura popular na cobertura jornalística nas mídias digitais é discutida por Karina Janz Woitowicz, da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), no artigo A cultura popular na agenda midiática: Aspectos da produção jornalística no espaço cultural dos webjornais paranaense. 

    O professor Rozinaldo Antonio Miani, da Universidade Estadual de Londrina (UEL) trata em O jornal “Tribuna dos Aposentados” e a luta sindical metalúrgica por uma Previdência Social decente da atuação da imprensa sindical na década de 1990, com estudo da publicação especializada. 

    Em Estratégias e formação de repertório no jornalismo visual: um estudo da cor- informação, Tássia Caroline Zanini, da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), aponta reflexões conceituais sobre o conceito de cor- informação em produtos jornalísticos. 
    O estudo de Babel, produção cinematográfica de Alejandro González Iñárritu é analisada no contexto da globalização e do multiculturalismo por Claudio Rodrigues Coração, da Universidade de São Paulo (USP) em Os sintomas da brutalidade e do multiculturalismo em Babel. 

    Em Identidades e memória: um estudo da comédia Se eu fosse você, Vanessa Amin e Vânia Maria Lescano Guerra, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), tomam como referência as teorias discursivas e culturalistas para examinar o papel social do homem e da mulher no contexto familiar, a partir do estudo da comédia romântica ‘Se eu fosse você’.   

    Em O corpo-signo em G Magazine, Gabriel Oliveira, da Faculdade Sumaré (SP), apresenta uma leitura acerca das fotografias publicadas pela Revista G Magazine na perspectiva de refletir sobre a estrutura da linguagem de corpos-signos do nu masculino. 

    A sessão de resenhas conta com a colaboração de Lawremberg Advíncula, da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), com apontamentos sobre o livro Ergodesign e arquitetura de informação: trabalhando com o usuário de Luiz Agner. 

    Danilo Persh, da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) comenta a obra Mudança estrutural da esfera pública - investigações quanto a uma categoria da sociedade burguesa de Jurgüen Habermas, obra que completou 50 anos em 2012.

    O rádio na era digital também é tema de livro O novo rádio – cenários da radiodifusão na era do rádio digital resenhado por Eduardo Medeiros, da Universidade do Estado de Mato Grosso. 

    Boa leitura!
    Antonio Sardinha |   Lawrenberg Advíncula da SIlva
    Editor Geral

  • Comunicação, Cultura e Sociedade II: Comunicação e regionalidades
    v. 1 n. 1 (2013)

    Comunicação e regionalidade(s)

    Esta segunda edição da revista “Comunicação, Cultura e Sociedade” vai privilegiar discussões acerca dos desafios e das particularidades inerentes do se fazer Comunicação Regional e Local em tempos de globalização da informação. Diante de demandas cada vez mais transnacionais, pensar o campo da comunicação regional e suas particularidades implica num olhar voltado para questões mais cotidianas e próximas da área, que dialogue e converta em conhecimento perito experiências da realidade vigente, em detrimento dos saberes fundamentados por experiências forânea. Como, de certo modo, revisa de modo crítico e epistemológico o papel da Comunicação no debate político, cultural, econômico e social de uma determinada localidade, a fim de promover novas tensões e posicionamentos.

    Trata-se de uma Comunicação que se caracteriza por um engajamento mais relacionado ao fortalecimento das identidades locais (comunitárias) do que da aproximação com os fluxos nacionais e internacionais, na maioria das vezes, homogeneizadores; assim parafraseando uma das citações de Jesús Martin-Barbero na sua obra Dos Meios às mediações.

    Busca-se delinear o perfil desta prática regionalizada: destacando experiências que a pretendem singular às outras localidades; validando saberes a partir de sua importância na relação dialógica entre local e global; e identificando novos atores midiáticos através de sua atuação e capacidade de intervenção (interlocução) social.

    Neste sentido, esta edição será dividida em 3 eixos temáticos: 1) do campo profissional regionalizado; 2) da interação positiva e transformadora entre ensino e comunidades / sociedades locais, e, 3) da especificidade dos objetos teóricos e abordagens metodológicas do campo da Comunicação Regional e Local.