POTENCIAL DE LAS FIBRAS VEGETALES REGIONALES PARA LA BIOECONOMÍA AMAZÓNICA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.30681/rbegdr.v7i3.14506

Palabras clave:

Sostenibilidad. Fibras vegetales. Potencial regional. Bioeconomía amazónica.

Resumen

Con la preocupación por el agotamiento de los recursos naturales y la creciente conciencia ambiental, surge la necesidad de buscar materias primas de origen natural para su uso, principalmente en el sector industrial. Este sector, basado en el conocimiento tecnológico, prevé un mejor aprovechamiento y procesos de producción menos contaminantes y más eficientes. A través de la investigación y el mapeo realizados por instituciones regionales, las variedades de fibras vegetales amazónicas emergen como potenciales materias primas para la industria regional y nacional. Por lo tanto, nuestro objetivo es analizar el panorama de las fibras vegetales regionales como motor de la bioeconomía amazónica. Se trata de una investigación cualitativa, exploratoria y descriptiva, que utiliza material secundario de origen bibliográfico y documental, con análisis de datos y de contenido. La bioeconomía en Brasil tiene el potencial de mejorar toda la cadena productiva, y el uso de fibras vegetales constituye un segmento prometedor dadas las peculiaridades regionales, combinadas con el conocimiento científico y la sabiduría tradicional.

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Biografía del autor/a

  • Michele Lins Aracaty e Silva, Universidade Federal do Amazonas - UFAM
    Economista, becaria postdoctoral en Desarrollo Regional, investigadora en la UFAM, Dama Comandante de la CBC, directora administrativa de SOBER, miembro de ALACA, economista del año 2024 y actual presidenta de CORECON - AM/RR
  • Georgia Costa Grijó da Silva, Universidade Federal do Amazonas - UFAM
    Académico en Ciencias Económicas de la Universidad Federal de Amazonas - UFAM

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Publicado

2026-01-12

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

POTENCIAL DE LAS FIBRAS VEGETALES REGIONALES PARA LA BIOECONOMÍA AMAZÓNICA. (2026). Revista Brasileira De Estudos De Gestão E Desenvolvimento Regional, 7(3), 14-29. https://doi.org/10.30681/rbegdr.v7i3.14506