POTENCIAL DE LAS VÍAS FLUVIALES PARA LA BIOECONOMÍA AMAZÓNICA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.30681/rbegdr.v7i3.14508

Palabras clave:

Vías fluviales. Bioeconomía. Desarrollo regional. Infraestructura. Sostenibilidad.

Resumen

Brasil desperdicia un enorme potencial hidroviario al subutilizar los ríos navegables de sus 12 regiones hidrográficas. Actualmente, de los 63.000 kilómetros que podrían utilizarse, prácticamente dos tercios no lo son. El transporte fluvial en el país utiliza comercialmente (para carga y pasajeros) solo 19.500 km (30,9%) de su red. Los ríos con mayor potencial de navegación (navegables) se encuentran en la región amazónica y, debido a su distancia geográfica de los grandes centros urbanos, son los menos explotados económicamente. Por lo tanto, nuestro objetivo es analizar el escenario y el potencial de las hidrovías como infraestructura esencial para el desarrollo de la bioeconomía amazónica. Se trata de una investigación cualitativa, exploratoria y descriptiva, que utiliza material secundario de origen bibliográfico y documental con análisis de datos y de contenido. Las hidrovías amazónicas son elementos esenciales para integrar la bioeconomía en la dinámica económica regional. Además, abordan la necesidad de conciliar el desarrollo económico con la protección del medio ambiente, preservando los hábitos y costumbres regionales anteriores a la llegada de los colonizadores a la región.

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Biografía del autor/a

  • Michele Lins Aracaty e Silva, Universidade Federal do Amazonas - UFAM
    Economista, becaria postdoctoral en Desarrollo Regional, investigadora en la UFAM, Dama Comandante de la CBC, directora administrativa de SOBER, miembro de ALACA, economista del año 2024 y actual presidenta de CORECON - AM/RR
  • Alinny Goncalves Pereira, Universidade Federal do Amazonas - UFAM

    Académico en Ciencias Económicas de la Universidad Federal de Amazonas – UFAM.

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Publicado

2026-01-12

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

POTENCIAL DE LAS VÍAS FLUVIALES PARA LA BIOECONOMÍA AMAZÓNICA. (2026). Revista Brasileira De Estudos De Gestão E Desenvolvimento Regional, 7(3), 30-42. https://doi.org/10.30681/rbegdr.v7i3.14508