OFICINA DE MATEMÁTICA: A ROÇA TRADICIONAL BALATIPONÉ-UMUTINA

Autores

  • Jairton KUPODONEPÁ
  • William Vieira GONÇALVES

Resumo

O Povo Balatiponé Umutina, com a união de várias outras etnias formou um povo humilde e hospitaleiro, sempre em harmonia com a natureza. Mantendo sempre a força espiritual e cultural que é a base forte da identidade indígena. Neste Território, a Escola Estadual Indígena Jula Paré tem como filosofia, atender as necessidades dos estudantes e criar condições para que o povo continue lutando pela sobrevivência étnica e cultural, garantindo-lhe melhor qualidade de vida através de ações na área da educação proporcionando alternativas para a geração de renda, com o aproveitamento de forma sustentável dos recursos existentes no território.

Palavras chaves: Ensino, escola, roça tradicional

Referências

D’AMBRÓSIO, Ubiratan. Etnomatemática e Educação. In: reflexão e ação, Santa

Cruz do Sul. V. 10, N. 1, p. 7-19. Jan./Jun. 2002.

MEC/SEF, Referencial Curricular Nacional para as escolas indígenas. Brasília:

MEC/SEF,1998.

Projeto Político Pedagógico. Escola Indígena Julá Paré. Aldeia Umutina. 2009.

SANTOS, Luciano Gersem. O Índio Brasileiro: O que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje/ Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada. Alfabetização e Diversidade: LACED/ Museu Nacional, 2006

SCHULTZ, Harald. Vinte e três Índios Umutina resistem à civilização. Edições

Melhoramentos.

Recebido: 20/09/2021

Aprovado: 30/06/2021

Publicado: 01/09/2021

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Publicado

06/09/2021

Como Citar

KUPODONEPÁ, J., & GONÇALVES, W. V. (2021). OFICINA DE MATEMÁTICA: A ROÇA TRADICIONAL BALATIPONÉ-UMUTINA. Revista De Comunicação Científica, 9(1), 23–32. Recuperado de https://periodicos.unemat.br/index.php/rcc/article/view/5827

Edição

Seção

Artigos