Edições anteriores

  • “Entre Territórios e Conhecimentos: Perspectivas Interdisciplinares em Educação e Sociedade”
    v. 8 n. 21 (2026)

     

    EDITORIAL – REVISTA DE COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA (RCC)
    Volume 8, Edição 21, 2026

    Entre Territórios e Conhecimentos: Perspectivas Interdisciplinares em Educação e Sociedade

    Esta edição da Revista de Comunicação Científica (RCC) se organiza como um mosaico de vozes, territórios e experiências que insistem em dialogar, mesmo quando partem de lugares aparentemente distantes. Vinculada ao Laboratório de Estudos e Pesquisas da Diversidade da Amazônia Legal – LEAL, na Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), Campus de Juara, a revista reafirma seu compromisso com uma ciência que não apenas observa, mas se envolve com as complexidades da educação e da sociedade.

    Abrindo o volume, Luiz Antonio de Souza Saraiva, Kaio Fernandes da Rocha Solano e Claudia Landin Negreiros propõem, em “O pequeno príncipe: uma leitura filosófica, ética, existencial e humanista”, uma travessia pela literatura como espaço de formação sensível e reflexão sobre a condição humana. Na sequência, Amilton Sere´unhõti Xavante e Welinton Quintino, em “Língua xavante e a educação tradicional a’uwe uptabi”, reafirmam a centralidade dos saberes indígenas, onde língua, cultura e educação se entrelaçam como prática viva de resistência e continuidade.

    O debate sobre tecnologia educacional ganha corpo com Mycarla Míria Araújo de Lucena e José Lourenço Candido, que analisam, em “Habilidades tecnológicas dos estudantes do Instituto Federal da Paraíba – Campus Picuí”, os desafios contemporâneos da formação digital. Em diálogo com as desigualdades estruturais, Luciano Aparecido de Oliveira e Ariele Mazoti Crubelati Musialak discutem, em “Governança e financiamento da educação pública municipal”, as assimetrias territoriais que atravessam o acesso à educação em Juara-MT.

    A experiência como campo de conhecimento se materializa no relato de Francisnaide Putare Prado, Anastácia da Cruz Moraes Alvares, Jussara Cebalho e Lisanil da Conceição Patrocínio Pereira, em “Entre Fronteiras e Saberes”, onde a trajetória de uma bolsista imigrante boliviana revela a educação como espaço de deslocamento, pertencimento e reinvenção. Na interface entre organização do conhecimento e inclusão, Alan Freire de Lima apresenta, em “Classificação decimal inclusiva com cores”, uma proposta que tensiona os modos tradicionais de acesso à informação em bibliotecas híbridas.

    O campo pedagógico é aprofundado por Hailton César Alves dos Reis e Héctor José García Mendoza, que discutem, em “O sistema Galperin-Talízina-Majmutov”, fundamentos para um ensino problematizador centrado na atividade discente. Já Neumuel da Silva Faria, Emanuele Rebeca Maximiano Almeida, Judite de Azevedo do Carmo e Beatriz de Azevedo do Carmo analisam, em “A verticalização da skyline urbana”, as relações entre urbanização e renda da terra em Sorriso-MT.

    Encerrando o volume, Marcela D. Ferrari, em “Promovendo a diversidade racial por meio da divulgação científica da Matemática”, evidencia a potência da ciência como instrumento de equidade. Por fim, João Carlos Gomes Gomes e Maria Ferreira de Almeida Oliveira apresentam, em “Alfabetizar na Diferença”, uma etnografia que entrelaça autismo, prática docente e experiência formativa no contexto do programa Alfabetiza MT.

    Esta edição não busca uniformidade. Pelo contrário, assume a diversidade como princípio e método. Entre territórios físicos, simbólicos e epistemológicos, os artigos aqui reunidos revelam que pensar educação é, inevitavelmente, atravessar fronteiras.

    E, para variar, a boa notícia: quando tanta gente diferente fala ao mesmo tempo, não é ruído. É ciência acontecendo.

    Acessem e leiam os artigos deste edição! 

    Boa leitura! 

    Lisanil da Conceição Patrocínio Pereira

    Editora 

     

     

  • DEDO DE PROSA SOBRE A CIÊNCIA COMO PRÁTICA SOCIAL
    v. 7 n. 20 (2025)

    Este número da RCC evidencia que comunicar ciência ultrapassa a simples transmissão de resultados. Trata-se de disputar sentidos, construir narrativas e afirmar compromissos éticos. A ciência que emerge dessas páginas não se encerra em si mesma, mas se coloca em diálogo com a escola pública, com o campo, com os povos indígenas, com as mídias digitais e com os desafios impostos pelas transformações sociais, culturais e tecnológicas do nosso tempo.

  • maio/agosto
    v. 1 n. 15 (2024)

  • Campo acadêmico em diálogo com a ciência e com a ciência dos saberes tradicionais
    v. 1 n. 14 (2024)

    Uma construção de sonho relativizada no campo acadêmico em diálogo com a ciência e com a ciência dos saberes tradicionais, de povos originários, quilombolas, povo negro, povos urbanos, todos em diálogo na educação.  Uma rizomática espiralizada como a árvore do conhecimento, designer da revista.

    Assim, cada número vai abraçando outros e outras, textos que escritos anunciam e denunciam formas de se relacionar no mundo em conectividade ou com a educação popular ou com a educação escolarizada. Abraça-se e aprende-se porque a revista vai constituindo-se em diferentes textualidades de diversos lugares, diversas pessoas, e por isso espiralado.

  • COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA E POPULARIZAÇÃO DA CIÊNCIA NO CORAÇÃO DA AMAZÔNIA
    v. 1 n. 12 (2023)

    Este número que ora apresentamos à comunidade acadêmica traz a discussão de temas emergentes deste tempo em que a educação brasileira vivenciou a Pandemia, foi atacada; e a indexação da Revista no Qualis B2 só reforça que o trabalho é a forma de nos manter vivos, mostrando ao mundo o que fazemos, e o que fazemos tem potência. É tudo muito contraditório, pois ao mesmo tempo em que por vezes criticamos a CAPES e a sua forma de avaliação, ficamos felizes com o resultado, e assim respiramos fundo e seguimos em frente na marcha por um mundo melhor seja no chão do espaço de trabalho, mas também no chão das comunidades Tradicionais, Quilombolas e Indígenas.

  • CARTOGRAFANDO MOVIMENTOS TEMÁTICOS POR UMA EDUCAÇÃO DECOLONIAL
    v. 11 n. 01 (2023)

    Esta publicação é resultado de várias pesquisas feitas por discentes de
    graduação da Universidade Estadual de Mato Grosso (UNEMAT) e da Universidade
    Federal de Mato Grosso (UFMT), do Programa de Pós-Graduação Mestrado
    Profissional em Ensino em Contexto Indígena Intercultural (PPGECII/UNEMAT).
    Somam-se aos estudantes, professores(as) de várias instituições que, com afeto e
    responsabilidade, têm se dedicado a pensar o espaço geográfico e a educação.

  • DIÁLOGOS EM TEMPOS DE PANDEMIA: educação, geografia e ambiente
    v. 10 n. 1 (2022)

    Esta publicação é resultado de várias pesquisas feitas por discentes de graduação da Universidade Estadual de Mato Grosso (UNEMAT) e da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Programa de Pós-Graduação em Geografia e do Programa de Pós-Graduação stricto sensu Mestrado Profissional em Ensino em Contexto Indígena Intercultural (PPGECII/UNEMAT). Somam-se aos estudantes, professores(as) de várias instituições que, com afeto e responsabilidade, têm se dedicado a pensar o espaço geográfico e a educação nesses tempos tão difíceis impostos à sociedade como um todo devido à pandemia de COVID-19.