Los colores del racismo: el lápiz “color piel” y la naturalización del blanqueamiento en la educación infantil
DOI:
https://doi.org/10.30681/faed.v42i1.14882Palabras clave:
educación infantil, lápiz color piel, , blanqueamiento.Resumen
Este artículo discute las implicaciones resultantes del blanqueamiento en el espacio de la educación infantil, enfatizando aspectos referentes al racismo camuflado, manifestado de forma sutil y cotidiana en los conceptos de determinados colores aprendidos desde la infancia y perpetuados en la vida adulta. Este trabajo busca identificar cómo los niños aprenden sobre el término "lápiz color piel" y cómo este término es asimilado por ellos. Se trata de una investigación de enfoque cualitativo, con observaciones en el lugar y entrevistas semiestructuradas. Las observaciones se realizaron en una clase compuesta por diez niños. Las entrevistas se realizaron con nueve docentes de la misma institución. La investigación reveló que, desde pequeñas, las niñas ya denominan el lápiz rosa claro como "color de piel", esta asociación influye en la representatividad y las percepciones infantiles sobre su color de piel, además de destacar los impactos negativos que estos patrones de blanqueamiento causan en la construcción de la identidad y la autoestima de las niñas negras.
Descargas
Referencias
ALMA PRETA. Pesquisa revela escola como um dos principais espaços de violência racial no Brasil. Alma Preta Jornalismo, São Paulo, s.d. Disponível em: https://almapreta.com.br/sessao/cotidiano/ambiente-escolar-violencia-racial-pesquisa/. Acesso em: 08 jan. 2024.
ALMEIDA, Silvio Luiz de. Racismo estrutural. São Paulo: Sueli Carneiro; Editora Pólen, 2019.
ABRAMOWICZ, Anete; OLIVEIRA, Fabiana de; RODRIGUES, Tatiane Cosentino. A educação infantil e a construção da diferença. In: ABRAMOWICZ, Anete; GOMES, BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Tradução Luís Antero Reto, Augusto Pinheiro. 3. reimp. da 1. ed. São Paulo: Edições 70, 2016.
BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que “estabelece as diretrizes e bases da educação nacional”, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática ‘História e Cultura Afro-Brasileira’. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 10 jan. 2003. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.639.htm. Acesso em: 17 jan. 2026.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 23 dez. 1996. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 14 de mar. 2025.
BENTO, Maria Aparecida Silva. Branquitude e poder: a questão das cotas para negros. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2012.
CAVALLEIRO, Eliane dos Santos. Do silêncio do lar ao silêncio escolar: racismo, preconceito e discriminação na educação infantil. São Paulo: Contexto, 1998.
CAVALLEIRO, Eliane dos Santos. Educação antirracista: compromissos indispensáveis para um mundo melhor. São Paulo: Selo Negro, 2021.
DÚDU e o Lápis Cor da Pele. Direção: Miguel Rodrigues. Brasil: YouTube, 2020. Curta-metragem (19 min). Disponível em:https://www.youtube.com/watch?v=-VGpB_8b77U. Acesso em: 15 jan. 2024.
FAZZI, Rita. O drama racial de crianças brasileiras: socialização entre pares e preconceito. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
HOFBAUER, Andreas. Uma história de branqueamento ou o negro em questão. São Paulo: Editora UNESP, 2006.
MARTINS, Telma Cezar da Silva. Educação infantil e relações étnico-raciais: a construção da identidade da criança negra. Curitiba: CRV, 2017.
MICHAELIS. Dicionário Escolar da Língua Portuguesa. Disponível em: https://michaelis.uol.com.br/moderno-portugues/busca/portugues-brasileiro/claro. Acesso em: 24 de set. 2023.
MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. 5. ed. rev. amp.; 2. reimp. Belo Horizonte: Autêntica, 2020.
SCHUCMAN, Lia Vainer; CONCEIÇÃO, Willian Luiz da. Branquitude. In: RIOS, Flávia; SANTOS, Márcio André dos; RATTS, Alex (org.). Dicionário das relações étnico-raciais contemporâneas. 1. ed. São Paulo: Perspectiva, 2023. p. 52.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Daiany Pereira, Paulo Alberto dos Santos Vieira, Alessandra Ferreira Mota

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Licença CC-BY-NC
"Revista da Faculdade de Educação adota a licença Creative Commons BY-NC do tipo "Atribuição Não Comercial". Essa licença permite, exceto onde está identificado, que o usuário final remixe, adapte e crie a partir do seu trabalho para fins não comerciais, sob a condição de atribuir o devido crédito e da forma especificada pelo autor ou licenciante".














