QUILOMBAGEM Y GESTIÓN SOCIAL EN LA AMAZONIA: RESISTENCIA TERRITORIAL Y PERSPECTIVAS PARA MATRICES ENERGÉTICAS SOSTENIBLES
DOI:
https://doi.org/10.30681/rbegdr.v7i3.14541Palabras clave:
Quilombagem; Gestión Social; Gobernanza territorial; Sostenibilidad energética.Resumen
Este artículo pretendía responder cómo la quilombagem y la gestión social influyen en la resistencia territorial de las comunidades quilombolas amazónicas ante la expansión de los proyectos de energías renovables. El objetivo general fue analizar cómo la quilombagem y la gestión social contribuyen a la resistencia territorial y sostenibilidad de las comunidades quilombola en el Amazonas en el contexto de la implementación de matrices de energías renovables. El estudio adoptó un enfoque cualitativo, empleando métodos como entrevistas, observación participante y revisión bibliográfica. Las observaciones involucraron a cuatro líderes de cuatro Comunidades Quilombola del municipio de Acará, Estado de Pará. Los resultados revelan que los líderes quilombola observados construyen formas de organización colectiva basadas en la solidaridad, la preservación cultural y la autogestión, confirmando la quilombagem como un proceso de resistencia activa y gobernanza comunitaria. También se identificó que la ausencia de mecanismos participativos en las prácticas corporativas socava la legitimidad de los proyectos energéticos, generando exclusión e inseguridad. Por el contrario, la gestión social quilombola surge como una alternativa a la defensa territorial y para proponer modelos de desarrollo que reconcilien la sostenibilidad ambiental, la justicia social y la valorización cultural. El estudio concluye que los quilombos no solo resisten presiones externas, sino que también se afirman como actores políticos capaces de proponer caminos hacia una transición energética justa e inclusiva, incorporando conocimientos tradicionales y prácticas comunitarias en el diseño de políticas públicas.
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Referencias
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