Más allá de los grilletes del lenguaje que capitaliza(o)

relaciones de corporalidad, lenguaje y descolonialidad en Fanon por las epistemologías indígenas brasileñas.

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.30681/traos.v8i2.11669

Palabras clave:

Decolonialidad, Estudios de Idioma, Corporalidad

Resumen

Este artículo propone establecer un diálogo entre dos premisas de la filosofía de Frantz Fanon en la obra Piel negra, máscaras blancas, sobre la ontología del lenguaje y la relación de la corporalidad, con las perspectivas indígenas brasileñas. Para ello se analizó una afirmación inicial de la obra, “hablar es existir absolutamente para el otro”, y una final, “Mi última oración: ¡Oh, cuerpo mío, hazme siempre un hombre que cuestione!”, de la perspectiva de Maldonado-Torres y una contextualización de la historia y/de la filosofía en las materias. Así, refiriéndose bibliográficamente a los aportes filosóficos de Davi Kopenawa, Ailton Krenak y Célia Corrêa Xakriabá, este artículo se inserta en el debate colonial para reflexionar sobre las frases destacadas.

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Biografía del autor/a

  • Gabriel D. Gruber, Universidade Estadual de Campinas

    Mestre em Linguística (ênfase em Línguas Indígenas) pelo IEL/UNICAMP (2023), com a dissertação: "Uma Floresta de Universos Além: a decolonialidade e a etnossintaxe como dever para com as línguas indígenas". Graduado na licenciatura plena em Letras Português (2019), Letras Inglês (2020), e bacharelado em Teologia (ênfase em Bíblia Hebraica) (2020) pelo UNASP-EC. Membro do Grupo de Pesquisa em Línguas Ameríndias (UNICAMP), coordenado pelo professor Angel H. Corbera Mori. Professor da rede pública de Língua Portuguesa na Escola de Ensino Integral (PEI) Prof. Carlos Lencastre, em Campinas, sendo parte constitutiva do "Comitê de Educação Antirracista" da escola. Musicista na banda "O Bairro Novo" com trabalhos publicados e em andamento. Ilustrador e designer gráfico freelancer com formações complementares na área de artes visuais. Editor-chefe e gerente da Editora Piraputanga Ltda.. Pesquisador nas linhas de: Línguas Indígenas, Antropologia Linguística, Ontoepistemologias da Linguagem, e Bíblia Hebraica.

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Publicado

2024-06-07

Cómo citar

D. Gruber, G. (2024). Más allá de los grilletes del lenguaje que capitaliza(o): relaciones de corporalidad, lenguaje y descolonialidad en Fanon por las epistemologías indígenas brasileñas. Traços De Linguagem - Revista De Estudos Linguísticos, 8(2). https://doi.org/10.30681/traos.v8i2.11669