Más allá de los grilletes del lenguaje que capitaliza(o)
relaciones de corporalidad, lenguaje y descolonialidad en Fanon por las epistemologías indígenas brasileñas.
DOI:
https://doi.org/10.30681/traos.v8i2.11669Palabras clave:
Decolonialidad, Estudios de Idioma, CorporalidadResumen
Este artículo propone establecer un diálogo entre dos premisas de la filosofía de Frantz Fanon en la obra Piel negra, máscaras blancas, sobre la ontología del lenguaje y la relación de la corporalidad, con las perspectivas indígenas brasileñas. Para ello se analizó una afirmación inicial de la obra, “hablar es existir absolutamente para el otro”, y una final, “Mi última oración: ¡Oh, cuerpo mío, hazme siempre un hombre que cuestione!”, de la perspectiva de Maldonado-Torres y una contextualización de la historia y/de la filosofía en las materias. Así, refiriéndose bibliográficamente a los aportes filosóficos de Davi Kopenawa, Ailton Krenak y Célia Corrêa Xakriabá, este artículo se inserta en el debate colonial para reflexionar sobre las frases destacadas.
Descargas
Referencias
ALBERT, B.; KOPENAWA, D. A queda do céu: palavras de um xamã yanomami. São Paulo: Companhia das Letras, 2019
BAGNO, M. Preconceito lingüístico. 56 ed. Edições Loyola, 2016.
BERNARDINO-COSTA, Joaze. A prece de Frantz Fanon: oh, meu corpo, faça sempre de mim um homem que questiona! Civitas-Revista de Ciências Sociais, v. 16, p. 504-521, 2016.
CORREA XAKRIABÁ, C. N. O barro, o genipapo e o giz no fazer epistemológico de autoria Xakriabá: reativação da memória por uma educação territorializada. Dissertação de mestrado profissional em sustentabilidade junto a povos e terras tradicionais na Universidade de Brasília, 2018.
ERRINGTON, J. Colonial Linguistics. Annual Review of Anthropology, v. 30, p. 19-39. 2001.
FANON, F. Pele negra, máscaras brancas. (R. Silveira, Trad.). Salvador: EDUFBA. 2008.
HAUCK, J. D. A linguagem de outro jeito: as naturezas linguísticas e o desafio ontológico. In: BUZATO, M; SEVERO, C. (org.). Cosmopolítica e Linguagem. Letraria, 2023. Disponível em: https://www.letraria.net/wp-content/uploads/2023/07/Cosmopolitica-e-linguagem-Letraria.pdf
LAKOFF, G.; JOHNSON, M. Metaphors we live by. University of Chicago press, 2008.
KRENAK, A. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
KRENAK, A. Futuro Ancestral. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.
MALDONADO-TORRES, N. A topologia do Ser e a geopolítica do conhecimento. Modernidade, império e colonialidade. Revista crítica de ciências sociais, n. 80, p. 71-114, 2008.
MIGNOLO, W. “Os esplendores e as misérias da ‘ciência’: Colonialidade, geopolítica do conhecimento e pluri-versalidade epistémica”, In: SANTOS, B. S. (org.). Conhecimento prudente para uma vida decente: Um discurso sobre as ciências revistado. Porto: Edições Afrontamento. 2003.
MOITA LOPES, L. P. Como e por que teorizar o português: recurso comunicativo em sociedades porosas e em tempos e em tempos híbridos de globalização cultural. In: MOITA LOPES, L. P. (org.). O Português no século XXI: cenário geopolítico e sociolinguístico. São Paulo: Parábola Editora, 2013.
SANTOS, Gabriel Nascimento dos. A linguagem como zona do não-ser na vida de pessoas negras no sul global. Gragoatá, v. 28, p. e-53299, 2023.
PINTO, J. P. Prefiguração identitária e hierarquias linguísticas na invenção do português. In: MOITA LOPES, L. P. (org.). O Português no século XXI: cenário geopolítico e sociolinguístico, p. 120-143, 2013.
UNESCO. 2003. Language vitality and endangerment. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000183699. (Acessado em 23 de Dezembro de 2022).
WHORF, B, L. Language, Thought and Reality (Ed. CAROLLS, J.). Ed. 14, Cambridge: The M.I.T. Press, 1979.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2023 Gabriel D. Gruber

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.