CIDADES INTELIGENTES NOS PEQUENOS MUNICÍPIOS DA AMAZÔNIA: DESAFIOS PARA A ADAPTAÇÃO DO CONCEITO EM TERRITÓRIOS DE BAIXA DENSIDADE URBANA E LIMITADA CAPACIDADE INSTITUCIONAL

Autores

  • Raul Afonso Pommer-Barbosa Universidade Federal de Rondônia
  • Alessandro Crispim Macedo PUC-RS

DOI:

https://doi.org/10.30681/rbegdr.v9i3.15216

Palavras-chave:

Cidades inteligentes; pequenos municípios; Amazônia; capacidade institucional; governança urbana; desenvolvimento territorial.

Resumo

Este artigo analisa a adaptação do conceito de Cidades Inteligentes aos pequenos municípios da Amazônia, marcados por baixa densidade urbana, dispersão territorial e limitada capacidade institucional. A partir de abordagem qualitativa, com revisão bibliográfica e análise teórico-crítica, discute-se a inadequação da transposição acrítica de modelos tecnocêntricos concebidos para grandes centros urbanos. Como alternativa, propõe-se uma leitura adaptativa baseada no modelo CHESI, que valoriza dimensões humanas, eficientes, sustentáveis e inteligentes. Os resultados indicam que a inteligência urbana nesses territórios depende menos da sofisticação tecnológica e mais da governança, da articulação intersetorial, do uso estratégico de dados e da cooperação regional, permitindo trajetórias de desenvolvimento mais aderentes, sustentáveis e inclusivas.

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Biografia do Autor

  • Raul Afonso Pommer-Barbosa , Universidade Federal de Rondônia

    Doutor em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas FGV/EAESP. Possui Mestrado em Administração pela Universidade Federal de Rondônia (UNIR). Pós-Graduado em MBA Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Bacharel em Administração de Empresas com especialização em Marketing e Empreendedorismo pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-SP). Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Nove de Julho (UNINOVE). Bacharel em Estatística pela Universidade Anhembi Morumbi. Pós-Graduando em MBA Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Foi aluno de iniciação científica da Fundação Oswaldo Cruz em Rondônia (FIOCRUZ-RO) no Laboratório da Plataforma Técnica RPT11G de Bioensaios de Malária e Leishmaniose (PBML) 2019-2021. Tem experiência em Estatística Aplicada, Mensuração e Desenvolvimentos de Escalas, e Modelagem de Equações Estruturais nos softwares Smart-PLS 4 e AMOS-SPSS. Foi Tesoureiro de 2020-2022, 2022-2025 e eleito novamente para 2025-2027 da Associação Nacional de Estudos em Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas - ANEGEPE. É membro associado da divisão ITE - Inovação, Tecnologia e Empreendedorismo da ANPAD - Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração. Atua como pesquisador nos grupos de pesquisa Marketing and Consumption Lab (MCL/UNIR), Grupo de Pesquisa em Gestão da Inovação e Tecnologia (GEITEC/UNIR), Grupo de Estudos e Pesquisa em Inovação e Sustentabilidade da Amazônia (GEPISA/IFRO), Núcleo de Epidemiologia Clínica (NEC/FSL), Administração, Análise e Tecnologia de Informação (AATI/FGV) e vice-coordenador do Clube de Astronomia e Ciências de Rondônia (CAR/UNIR) e Ornitologia e Biodiversidade (ORNITOBIO/UNIR). É presidente eleito para o período 2025-2027 da Associação Clube de Observadores de Aves de Rondônia (COA/RO). Participou como membro do comitê científico do ICTM 2019 - 7th International Conference on ICT Management for Global Competitiveness and Economic Growth in Emerging Economies ICTM 2019 Wroclaw, Poland, October 21-23, da Universidade de Wroclaw na Polônia.

  • Alessandro Crispim Macedo, PUC-RS

    Possui graduação em Engenharia Civil pela Faculdade de Rondônia(2008). Tem experiência na área de Engenharia Civil.

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Disponível em https://digitallibrary.un.org/record/3833745?v=pdf. Acesso em: 05 fev. 2026.

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Publicado

2026-07-01

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

CIDADES INTELIGENTES NOS PEQUENOS MUNICÍPIOS DA AMAZÔNIA: DESAFIOS PARA A ADAPTAÇÃO DO CONCEITO EM TERRITÓRIOS DE BAIXA DENSIDADE URBANA E LIMITADA CAPACIDADE INSTITUCIONAL. (2026). Revista Brasileira De Estudos De Gestão E Desenvolvimento Regional, 9(3), 172-184. https://doi.org/10.30681/rbegdr.v9i3.15216