“QUANDO NÓS SABEMOS QUE A HISTÓRIA PRECISA ACABAR”
REPRESENTAÇÕES DO LUTO EM AMOR(ES) VERDADEIRO(S), DE TAYLOR JENKINS REID
DOI:
https://doi.org/10.30681/rln.v19i56.14364Palavras-chave:
Morte, Representações do luto, Amor(es) verdadeiro(s), Taylor Jenkins ReidResumo
Este artigo tem como principal objetivo analisar as representações do luto na construção narrativa do romance Amor(es) verdadeiro(s) (2020) e como a perda é vivenciada pela narradora-personagem, evidenciando os conflitos internos e outros sentimentos que emergem desse processo. O luto é uma experiência universal a que todos estão sujeitos, ao mesmo tempo que é uma experiência particular, pois cada indivíduo processa a morte de forma única. O estudo será embasado a partir das teorias sobre luto, defendidas por Freud (2014); da conceituação de morte proposta por Kovács (1992); das categorias de enfrentamento do luto, apresentadas por Gonçalves e Bittar (2016) e Silva et. al. (2012); e também por meio dos conceitos de perda ambígua (Boss, 1999) e modelo do processo dual (Stroebe e Schut, 2010). A leitura aponta que a personagem vivencia um luto intenso em virtude da perda de seu cônjuge. Ela enfrenta diferentes fases do luto no decorrer de sua jornada. Portanto, o luto não é representado como um processo que tem um ponto final, mas sim por etapas de ressignificação contínua no decorrer da narrativa, perpassando por diversos conflitos e sentimentos.
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Referências
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