POEMAS DE LA NEGRITUD de LÉOPOLD SÉDAR SENGHOR
DOI:
https://doi.org/10.30681/rln.v18i52.12981Palabras clave:
Colonização, Negritude, Poesia, Léopold Sédar SenghorResumen
Esse trabalho não pretende incursionar em profundidade, ao menos, nem no político nem no ideológico, mas visa compreender os porquês das atitudes da alma do poeta da negritude senegalês Léopold Sédar Senghor. A negritude abrange uma comunidade que tem experimentado deportações, deslocamentos de homens de um continente a outro, e que as suas crenças e culturas têm sido esmagadas. Essas vivências comuns são as que formam uma identidade, da memória coletiva ou do inconsciente coletivo do que uma vez foi e que aqueles que as reclamam foram. A poesia de Senghor, em Poemas da Negritude, abarca por completo os conceitos de negritude e universalidade. Certamente, esses conceitos não vêm só da confluência de sangues misturados, mas também de cosmovisões que o autor pretende equilibrar. Senghor é católico em Teologia; animista em sua forma de sentir o mundo; helenista na sua visão filosófica e na sua concepção de Estado e governo (Alvarez, 1980). No que diz respeito à sua cultura, alguns críticos declaravam que a formação de Senghor era puramente francesa. Outros achavam que esse argumento não tinha consistência. A poesia de Senghor sinaliza os modos do poeta de expressar as marcantes experiências dos sucessos provocados pela colonização e posterior processo independentista de seus povos. Nesse viés, a literatura não é indiferente a seu tempo e sinaliza, sobretudo, o modo como escritores tentam expressar as experiências dos acontecimentos permeados pela colonização.
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Referencias
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