QUANDO AS MULHERES ERAM DRAGOAS: UMA ANÁLISE DA OBRA DE KELLY BARNHILL SOB A ÓTICA DA PSICOLOGIA ANALÍTICA JUNGIANA

Autores/as

  • Débora Almeida de Oliveira IFRS campus Osório

DOI:

https://doi.org/10.30681/rln.v18i52.13360

Palabras clave:

Quando as mulheres eram dragos, Jung, Arquétipo, símbolo

Resumen

O presente trabalho tem como objetivo analisar a obra Quando as mulheres eram dragoas (2024), obra escrita pela autora Estadunidense Kelly Barnhill, lançada nos Estados Unidos em 2022.  O estudo se dá com ênfase nos trabalhos de Carl Jung, dentro de uma perspectiva psicológica analítica. Pretende-se mostrar como as questões da sombra, persona e ego permeiam a obra. É possível inferir que as personagens femininas cujo ego se identifica em excesso com as personas sociais mãe, esposa e mulher decente acabam por suprimir sua sombra, enquanto aquelas que a abraçam se tornam dragões e rompem as amarras impostas pelos valores morais impostos na sociedade americana da década de 50. Sendo assim, o dragão é lido como uma imagem arquetípica da sombra e como um símbolo de libertação.

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Biografía del autor/a

  • Débora Almeida de Oliveira, IFRS campus Osório

    Professora efetiva no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul - IFRS, campus Osório. Lotada no Curso de Letras e no Ensino Médio Integrado em Administração e Ensino Médio Integrado em Informática. Doutora em Literaturas de Língua Inglesa pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS (2017), mestre em Literatura Comparada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Referencias

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Publicado

2025-07-21

Número

Sección

Artigos Estudos Literários

Cómo citar

Almeida de Oliveira, D. (2025). QUANDO AS MULHERES ERAM DRAGOAS: UMA ANÁLISE DA OBRA DE KELLY BARNHILL SOB A ÓTICA DA PSICOLOGIA ANALÍTICA JUNGIANA. Revista De Letras Norte@mentos, 18(52), 164-182. https://doi.org/10.30681/rln.v18i52.13360