QUANDO AS MULHERES ERAM DRAGOAS: UMA ANÁLISE DA OBRA DE KELLY BARNHILL SOB A ÓTICA DA PSICOLOGIA ANALÍTICA JUNGIANA
DOI:
https://doi.org/10.30681/rln.v18i52.13360Palabras clave:
Quando as mulheres eram dragos, Jung, Arquétipo, símboloResumen
O presente trabalho tem como objetivo analisar a obra Quando as mulheres eram dragoas (2024), obra escrita pela autora Estadunidense Kelly Barnhill, lançada nos Estados Unidos em 2022. O estudo se dá com ênfase nos trabalhos de Carl Jung, dentro de uma perspectiva psicológica analítica. Pretende-se mostrar como as questões da sombra, persona e ego permeiam a obra. É possível inferir que as personagens femininas cujo ego se identifica em excesso com as personas sociais mãe, esposa e mulher decente acabam por suprimir sua sombra, enquanto aquelas que a abraçam se tornam dragões e rompem as amarras impostas pelos valores morais impostos na sociedade americana da década de 50. Sendo assim, o dragão é lido como uma imagem arquetípica da sombra e como um símbolo de libertação.
Descargas
Referencias
BARNHILL, Kelly. O filho da feiticeira. Trad. Alves Calado. São Paulo: Galera Júnior, 2016.
BARNHILL, Kelly. A garota que bebeu a lua. 5. ed.Trad. Natalie Gerhardt. São Paulo: Galera Record, 2018.
BARNHILL, Kelly. A ogra e os órfãos. Trad. Jorge Lima. Portugal: Minotauro, 2022.
BARNHILL, Kelly. Quando mulheres eram dragões: oprimidas, libertadas, renascidas. Trad. Ana Pinto Mendes. Portugal: Minotauro, 2022.
BARNHILL, Kelly. Quando mulheres eram dragoas. Trad. Lavínie Fávero. São Paulo: Gutenberg editora, 2024.
BARNHILL, Kelly. A conversation with Kelly Barnhill. Clarksworld magazine. New Jersey, v. 197, fev. 2023. Entrevista concedida a Arley Sorg. Disponível em: < https://clarkesworldmagazine.com/barnhill_interview/>. Acesso em: 15 out. 2024.
CHEVALIER, Jean & GHEERBRANT, Alain. Dicionário de Símbolos. 16. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2001. 998 p.
FREUD, Sigmund. A História do Movimento Psicanalítico, Artigos Sobre a Metapsicologia e Outros Trabalhos (1914-1916). Rio de Janeiro: Imago, v. III, 1996. (Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud – originalmente publicada em 1916).
HENDERSON, Joseph L. “Os homens antigos e os mitos modernos”. IN: JUNG, Carl G. O homem e seus símbolos. 6. ed.Trad. Maria Lúcia Pinheiro. São Paulo: Nova Fronteira, 2008.
JUNG, C. G. Obras completas de C. G. Jung: Os arquétipos e o inconsciente coletivo. V. IX/I. 2. ed. Trad. Paulo César de Souza. Petrópolis: Vozes, 2002.
JACOBI, Jolande. Complexo, Arquétipo, símbolo na psicologia de C. G. Jung. Trad. Margit Martincic. São Paulo: Cultrix, 1957.
JUNG, C. G. Obras completas de C. G. Jung: O eu e o inconsciente. V. VII/II. Trad. Dora Ferreira da Silva. Petrópolis: ed. Vozes, 2014.
SILVEIRA, Nise. Jung: vida e obra. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.
STEIN, Murray. O mapa da alma. Trad. Álvaro Cabral. 8. ed. São Paulo: Cultrix, 2017.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Revista de Letras Norte@mentos

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Os direitos autorais dos artigos publicados pertencem à Revista de Letras Norte@mentos e seguem o padrão Creative Commons (CC Atribution 4.0), que permite o remixe, a adaptação e criação de obras derivadas do original, mesmo para fins comerciais