Descolonización y salud mental en la universidad: un análisis a partir de Freire, Fanon, Hall y Hooks
DOI:
https://doi.org/10.30681/faed.v41i1.13721Palabras clave:
salud mental, descolonización, Paulo Freire, Frantz Fanon, bell hooksResumen
Este artículo analiza la relación entre descolonización y salud mental en la educación superior, destacando los impactos de las estructuras sociales, políticas y culturales sobre el bienestar psicológico de los estudiantes universitarios. A partir de un enfoque teórico-metodológico descolonial, se movilizan las contribuciones de Paulo Freire, Frantz Fanon, Stuart Hall y bell hooks, cuyas reflexiones permiten una lectura crítica e interseccional de las experiencias vividas por estudiantes pertenecientes a grupos históricamente marginalizados. Los autores discutidos ofrecen herramientas para comprender cómo dinámicas de opresión, exclusión, fragmentación identitaria y silenciamientos institucionales contribuyen al malestar psíquico de estos sujetos. Se argumenta que repensar la universidad desde una perspectiva decolonial implica más que revisar los currículos: exige prácticas pedagógicas inclusivas, afectivas y críticas, así como la construcción de espacios que acojan la diversidad de saberes, trayectorias y subjetividades. Se concluye que una educación crítica, comprometida con la equidad y la justicia social, es fundamental para promover la salud mental en el ambiente académico.
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Referencias
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