INCLUIR NÃO É AJUSTAR
contradições no ensino de alunos com baixa visão
DOI:
https://doi.org/10.30681/reps.v16i3.14750Palavras-chave:
Inclusão escolar, Baixa visão, Metodologias de ensino, Recursos tecnológicos, Educação básicaResumo
O presente estudo aborda a relevância das metodologias de ensino e dos recursos tecnológicos no processo de aprendizagem de estudantes com baixa visão, considerando a escassez de pesquisas direcionadas às suas especificidades. O objetivo central foi identificar e analisar as práticas pedagógicas e metodologias utilizadas nos cinco primeiros anos do Ensino Fundamental, visando promover a inclusão efetiva desses alunos. A pesquisa, de caráter qualitativo, descritivo e de campo, foi realizada em duas escolas da rede municipal de Sinop-MT, por meio de entrevistas. Os resultados evidenciam que os estudantes com baixa visão ainda carecem de ações inclusivas que lhes proporcionem melhores condições de acompanhamento das atividades escolares. Constatou-se que o uso de metodologias adaptadas e recursos tecnológicos adequados pode favorecer significativamente o processo de ensino-aprendizagem, contribuindo para um ambiente educacional mais acessível e equitativo. Conclui-se, portanto, que a adoção de práticas pedagógicas inclusivas é essencial para a efetiva participação e desenvolvimento dos alunos com baixa visão no contexto escolar.
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