GESTALT-TERAPIA, EDUCAÇÃO E SUSTENTABILIDADE:
ensaio para uma pedagogia da equidade de gênero
DOI:
https://doi.org/10.30681/reps.v16i1.12939Palavras-chave:
Gênero, Sustentabilidade, Gestalt-terapia, Educação, Cultura de pazResumo
Este artigo apresenta uma pesquisa bibliográfica que discute as possibilidades de articulação entre a Gestalt-terapia, a educação e a sustentabilidade como fundamentos para promover uma pedagogia voltada à equidade de gênero. A partir de uma análise gestáltica, examina-se como o agir sustentável e a cultura de paz podem se inter-relacionar na construção de uma educação crítica, dialógica e transformadora. O trabalho estrutura-se em torno de eixos temáticos que envolvem as relações de gênero na escola, os princípios da educação sustentável e a contribuição da abordagem gestáltica para o desenvolvimento integral do sujeito. A pesquisa fundamenta-se em referências teóricas publicadas em livros e periódicos científicos nacionais, com ênfase na ecopedagogia e na psicologia humanista. Conclui-se que educar para a equidade de gênero e para o bem viver pressupõe práticas educativas que integrem cuidado, diálogo e consciência ecológica, promovendo uma formação comprometida com a dignidade humana e a justiça social.
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