MARACATU NAÇÃO, O BRINCANTE E A FORMAÇÃO DE SUJEITOS
implicações para o currículo e saúde mental
DOI:
https://doi.org/10.30681/reps.v16i1.13419Palavras-chave:
Educação, Pedagogia cultural, Maracatu Nação, Crianças brincantes, Pedagogia decolonialResumo
A análise do Maracatu Nação, com foco na participação de crianças brincantes, revela seu papel essencial na construção da identidade e na promoção da saúde mental, à luz da pedagogia cultural e decolonial. Com o objetivo de compreender o conceito de ser brincante e suas implicações na formação de sujeitos, a pesquisa adota uma abordagem qualitativa, fundamentada no método etnográfico, com o uso de rodas de conversa e observações em campo. A partir de uma escuta sensível e de uma perspectiva imersa nas práticas culturais do maracatu, os resultados apontam que essa manifestação atua como um espaço pedagógico e terapêutico, favorecendo o fortalecimento da identidade cultural, da autoestima e do bem-estar emocional das crianças. Conclui-se que o Maracatu Nação contribui significativamente para a formação de sujeitos críticos, autônomos e emocionalmente resilientes, além de se configurar como potente recurso para uma educação decolonial.
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